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Manutenção

Desabamento em Fortaleza

Após um ano do ocorrido, famílias ainda esperam por acordo

Publicado em: sexta-feira, 4 de março de 2016

Um ano após acidente em edifício em Fortaleza, famílias negociam projeto

Advogado diz que negócio ainda não foi fechado. Varanda caiu em março de 2015 e matou dois operários.
 
Um ano após o acidente no edifício Versailles, em Fortaleza, no qual dois operários morreram após desabamento de uma varanda no prédio, os proprietários avaliam a possibilidade de um novo empreendimento ser erguido no local. O prédio foi esvaziado desde a época do acidente.
 
O diretor da Reata Arquitetura e Engenharia, Jayme Leitão, afirma que será o responsável por construir um novo prédio no local, batizado de “Excelsior": um edifício de 23 andares, sendo os sete primeiros com 177 metros quadrados, cada, para permuta com as famílias do Versailles, e os demais com 247 metros quadrados. O advogado das famílias, Victor Holanda, afirma, entretanto, que nenhum acordo foi formalizado.
 
O advogado alega que foi enviada uma proposta pela construtora e que todos os proprietários estão a par.
 
“Tem um agendamento na próxima semana para apresentação de um projeto. Pode ser que venha a fechar, mas não há nada. Não há projeto, contrato, prazo para demolição, preço definido, condição de permuta”, disse.
 
Apesar de o diretor da construtora citar prazos para a construção de um novo empreendimento, o advogado defende que há pendências a resolver.
 
“Antes de qualquer demolição, é preciso um processo judicial de produção antecipada de prova para que seja feita uma perícia antes mesmo do início do processo principal, que é o processo de indenização. Não posso dizer que vai ser demolido, porque eu não mando na justiça. Não há nada assinado, firmado, apalavrado”, reiterou.
 

Projeto de um novo prédio

 
O diretor da Reata disse ao G1 que duas semanas após o acidente no Versailles, em março de 2015, a construtora contatou as famílias do local e também as do prédio vizinho, na Rua Ana Bilhar.
 
Isso porque, segundo o arquiteto, a única possibilidade de demolir o Versailles é também demolindo a estrutura vizinha. "O terreno do Versailles é muito pequeno, não tinha possibilidade. Trabalhamos com essa região do Meireles. É nossa especialidade. A negociação foi por um ano, envolvendo projeto, estudo". Assim, haveria a permuta de sete unidades com os proprietários do edifício onde houve o acidente. "As novas unidades é que vão financiar", explicou.
 
Sobre o prédio ao lado, o diretor da construtora afirma que se trata do "Albamar", com 24 apartamentos, dois por andar, 2 elevadores. "As obras começam provavelmente em seis meses. A partir do inicio das obras, previsão é de 14 meses de duração".
 
Já sobre o "Excelsior", apontou que o processo de demolição deve iniciar lentamente. "Vai depender da demolição do segundo edifício e começar em 12 meses, com construção em 36 meses", estima.
 
O acidente
O desabamento da varanda do primeiro andar ocorreu no dia 2 de março de 2015, deixando dois funcionários mortos e um ferido. O apartamento está localizado na esquina das Ruas Ana Bilhar e Joaquim Nabuco, no Bairro Meireles, área nobre da capital. Os moradores deixam o prédio no mesmo dia e só retornaram para retirar pertences.
 
De acordo com um laudo apresentado pelo Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Ceará (Crea-CE), ainda em março do ano passado, a estrutura de sustentação da varanda estava ''totalmente oxidada por causa da ausência de manutenção preventiva na edificação''. O documento voltou a ser contestado na manhã desta quarta-feira pelo advogado das famílias. "

Fonte: http://g1.globo.com/

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