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Administração

Finanças do condomínio

Antes de sofrer com inadimplência, economize

terça-feira, 19 de maio de 2020
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Medidas de economia podem compensar início de inadimplência no setor de condomínios

CEO da LAR.app, administradora de condomínios, destaca renegociações de contratos com fornecedores e concessionárias como opções à mão

No momento em que  diversos setores da economia estão apontando para aumento da inadimplência, a LAR.app, administradora de condomínios com mais de 40 prédios e 3 mil condôminos em sua base de clientes, sugere dicas para os síndicos reduzirem custos e contornarem essa tendência.

A empresa estima que esse índice de inadimplência esteja em torno de 25% no setor, ante 2% e 1% registrados em janeiro e fevereiro deste ano, de acordo com levantamento feito junto ao mercado.

Entre as dicas estão racionalização de gastos com pessoal, renegociação de contratos com fornecedores e de contratos de água e luz, digitalização de documentos para diminuir custos de burocracia física e parcerias com fornecedores de comida. 

“Estamos buscando de maneira propositiva compensar os eventuais efeitos da pandemia sobre toda a economia e que começam a respingar nas taxas de condomínio. Acreditamos que por meio de medidas pontuais e práticas é possível cortar gastos e economizar, até mesmo para aproveitar oportunidades de renegociações que se abrem”, afirma Leonardo Boz, CEO da LAR.app

Dicas para economia

O executivo avalia que é necessário pensar em medidas de redução de gastos também porque muitos condomínios não possuem um fundo de reserva para se sustentar neste momentos de urgência.

“Se for preciso, eventualmente, reduzir gastos com pessoal, que é o maior comprometimento da folha de pagamentos, um dos caminhos é a suspensão do contrato de trabalho por dois meses, com pagamento de seguro desemprego pelo governo, conforme previsto na Medida Provisória 936”, sugere. Tal caminho é menos traumático do que uma demissão pura ou mesmo redução da jornada de trabalho e do salário, avalia.

A renegociação com fornecedores, embora precise ser permanente, torna-se ainda mais crucial na atual conjuntura, frente a um cenário em que toda a cadeia de suprimentos das mais diferentes atividades está passando por um renegociação generalizada de valores em razão da queda de demanda e renda.

Também para reduzir custos na parte administrativa, outra alternativa é a digitalização de processos em substituição à burocracia tradicional, com o envio de boletos e comunicados digitalizados aos condôminos, além da implantação de plataformas digitais para consulta, o que elimina gastos com papéis - a chamada “pasta física”, no bordão do setor, que contém inúmeras documentações prediais.

Os síndicos devem ainda reforçar a atenção à elevação de custos fixos, como de água, energia elétrica e materiais de limpeza. Uma boa dica pode ser a renegociação dos contratos de serviços de água e luz com as concessionárias, dado o elevado risco de falta de pagamento generalizado por que estão passando, bem como o impedimento de cortes do fornecimento neste momento de calamidade.

Outra orientação é o reforço de campanhas internas para tomada de consciência e participação dos moradores nas ações de economia no atual momento. 

“Nós adotamos parcerias com fornecedores de comida aos condôminos e também para ração aos seus pets, o que facilita a logística e possibilita uma racionalização das entregas na portaria”, destaca Boz.

Cinco dicas de economia para condomínios 

  1. Redução de gastos com pessoal, se for inevitável, pode ser baseada em suspensão de contrato de trabalho por dois meses e pagamento de seguro desemprego pelo governo, em linha com Medida Provisória 936
  2. Renegociação de contratos com fornecedores
  3. Digitalização de processos e documentos para reduzir custos com burocracia  
  4. Renegociação de contrato de água e luz neste momento em que a inadimplência desses serviços cresce e concessionárias não podem interromper serviços
  5. Parcerias com fornecedores de comida a condôminos para racionalizar entregas e possíveis reduções de custos

Fonte: LAR.app.

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