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Mercado

Mercado aquecido

Condomínios de luxo na Bahia podem chegar a R$ 10 milhões a unidade

Publicado em: segunda-feira, 15 de outubro de 2012

 Litoral baiano tem imóveis que chegam a custar R$ 10 milhões

Fábio Bittencourt
 
 
Partindo do continente para o litoral, vale lembrar que  cidades baianas à beira-mar  também passam por fase de expansão imobiliária, representada pela construção de grandes condomínios de casas voltadas tanto para a primeira moradia como para o veraneio. Com grande potencial turístico, municípios como Itacaré, Ilhéus e Trancoso despontam como mercados em potencial e que possuem empreendimentos de encher os olhos, como os da marca Terravista. 
 
Localizados em Trancoso, os condomínios Villavista Golf e Vilas são projetos de altíssimo padrão, ambos  integrados a um campo de golfe e reserva de mata atlântica preservada. O primeiro é um sofisticado residencial com lotes a partir de 1.400 m². Em fase de pré-lançamento, o Vilas é um condomínio fechado com projetos que variam de 136 m² a 344 m² de área útil.
 
Outro projeto de grande porte, na região, é o Fazenda Rio da Barra. O condomínio, que fica no alto do morro Tabuleiro Costeiro, de frente para o mar, e ao lado de uma fazenda produtiva de borracha natural, possui 46 terrenos com cerca de três mil m² cada. Há casas  nessa região que chegam a  custar até R$ 10 milhões, segundo estimativas de especialistas.
 
Criador da marca Terravista, o empresário carioca Carlos Bittencourt, 58 anos,  pioneiro na construção de condomínios fechados em Trancoso, explica que, até 2009, a maioria dos empreendimentos era vendida para estrangeiros. Ainda segundo o empresário, com  a chegada da crise europeia, esse mercado se voltou para o consumo interno.
 
"Hoje, os nossos condomínios são referência em estilo, filosofia e qualidade de ocupação. Os projetos das casas seguem um plano diretor previamente elaborado, que garante um padrão visual compatível e integrado com a natureza e o perfil do local. Possuem completa infraestrutura de segurança e serviços, incluindo telefonia, internet  e TV a cabo, além de vários serviços pay-per-use". 
 
Paulista, morando entre Ilhéus e Itacaré, o corretor e dono do Bahia Homes, site especializado na  venda de casas de alto luxo, no litoral da Bahia, Raul Street credita esse boom imobiliário no interior do Estado à queda nas taxas de juros no País. "As taxas de juros caíram bastante. Se antes era de 11% ao ano, agora está próximo de 7%. O mercado na Bahia está aquecido", reafirma.
 
Outro exemplo de moradia de luxo no litoral é o Alphaville Litoral Norte, em Camaçari.
 

Crescimento

 
De volta ao continente, o presidente do Sindicato da Habitação da Bahia (Secovi-BA), Kelsor Fernandes, afirma que essa movimentação de condomínios horizontais no interior do Estado era uma tendência esperada, já que, além de todos os atrativos de lazer que oferecem, representam também mais segurança para as famílias.
 
"O poder aquisitivo das pessoas no interior cresceu. Já há uma demanda reprimida em muitas dessas cidades por moradias em condomínios-clube, nos quais a infraestrutura e a área de lazer são grandes chamarizes. Já existem projetos de loteamento sendo planejados até para cidades de menor porte, como Alagoinhas". 
 
Opinião que é compartilhada por Murilo Mascarenhas, da Atual Imobiliária, em Feira de Santana. "Existe uma demanda por imóveis de luxo aqui na cidade e o mercado está se voltando para a região, principalmente para empreendimentos voltados às classes B- e C+ ascendente. Ou seja, quem era C subiu e passou a consumir mais. E quem era B e caiu um pouco também não quer ficar de fora e investe do mesmo jeito", observa.
 
Empresário da construção civil, em Feira, e conselheiro da Associação dos Dirigentes de Empresas do  Mercado Imobiliário da Bahia (Ademi-BA), Ricardo Marques lembra que o município, que tem um estoque de 1.800 unidades (entre verticais e horizontais), acompanha o cenário nacional.
 
"Aqui em Feira, já está aprovada pela prefeitura a construção de 3,5 mil unidades, a maioria em condomínio fechado de casas", diz Marques, que constrói empreendimentos em cidades ainda menores, como Itaberaba, Campo Formoso, Jacobina e Santo Antônio de Jesus.
 
Corretor de imóveis na cidade de Luís Eduardo Magalhães, a 900 km de Salvador, e dono de um site especializado, Helvin Herber conta que o cenário da cidade está completamente diferente de cinco anos atrás. Segundo ele, há edifícios e condomínios horizontais em construção por todo o lado.
 
Ele explica que, como a região é grande produtora de soja e algodão, o município tem atraído gente do mundo inteiro, além de inúmeros profissionais vindos de várias  capitais brasileiras, entre engenheiros agrônomos e técnicos agrícolas, o que tem deixado o mercado imobiliário da região bastante aquecido.
 
"Aqui agora tem edifício de 22 pavimentos, com dois apartamentos por andar e heliponto, custando até R$ 1,2 milhão. Tem gente do mundo inteiro: alemão, holandês, muito americano e até chinês, todos atraídos pelo agronegócio e a industrialização", afirma Herber.

Fonte: http://atarde.uol.com.br

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