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Pós-desabamento

Após desastre em Vitória, famílias podem retornar

quarta-feira, 3 de abril de 2019
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Mais de 2 anos após desabamento, construtora prevê liberação do condomínio Grand Parc para os moradores em setembro

O coordenador de gestão de crise do Grand Parc disse que não é possível prever o percentual de moradores que retornarão ao condomínio

Mais de dois anos após o desabamento de parte da área de lazer do Grand Parc Residencial Resort, a construtora Cyrela anunciou que os moradores poderão voltar ao condomínio, localizado na Enseada do Suá, em Vitória.

De acordo com a construtora, a partir do mês de setembro será montado um esquema de retorno para organizar a volta dos moradores. Segundo o coordenador de gestão de crise do condomínio, José Christo, isso é necessário para organizar o retorno. "Tem que ser feito o cronograma, porque não é possível que mais de 160 moradores retornem de uma vez".

O coordenador disse ainda que não é possível prever o percentual de moradores que retornarão ao condomínio. "Nosso sentimento é que a maioria volte, mas não temos como saber quantos voltarão", disse.

O desabamento

O desabamento aconteceu durante a madrugada do dia 19 de julho de 2016. Na ocasião, o porteiro do condomínio morreu e outras quatro pessoas ficaram feridas, entre elas, o síndico e funcionários do prédio. Foram três lajes que caíram, sendo a área de lazer, a área da garagem e a área do subsolo.

De acordo com a Cyrela, foram firmados acordos individuais com os condôminos, com o objetivo de realizar o pagamento de valores a título indenizatório, bem como reconstruir a área externa de lazer danificada e reforçar as estruturas para entregar o condomínio em plenas condições de habitabilidade.

Pelo menos 50 carros foram totalmente destruídos. Na ocasião, o coordenador da Defesa Civil de Vitória informou que toda a área de lazer do prédio havia sido comprometida. Segundo ele, foram mais de três lajes que desabaram juntos com a piscina.

Acordos

Um acordo feito entre os moradores do condomínio e a incorporadora Cyrela definiu que a empresa teria que alugar casas ou apartamentos mobiliados para as famílias, além de disponibilizar novos automóveis para substituir os que ficaram destruídos.  

Fonte: www.folhavitoria.com.br

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