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Ambiente

Problema com lixo

Condomínio é acusado de descartar resíduos de forma ilegal

Publicado em: quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

 Condomínio no Setor Marista acusado de espalhar lixo em rua

Moradora em frente ao local denuncia que insetos e urubus têm tomado conta da região devido aos resíduos mal armazenados. Administrador de local nega negligência
 
Moradora do Setor Marista, zona sul da Capital, acusa o Condomínio Residencial Fontana di Trevi de emporcalhar a porta da sua casa. O lixo espalhado na rua e sobre a calçada traz ratos, baratas, moscas, chorume e mau cheiro para o local. A administração do condomínio nega o fato. A Companhia de Urbanização de Goiânia (Comurg) diz que irá fiscalizar e orientar o condomínio.
 
Situado na Rua 1.131 e com 59 unidades de estilo sobrado, o Condomínio Fontana di Trevi é acusado de não fazer corretamente o depósito do lixo produzido por seus condôminos. Segundo a administradora de empresas, Lúcia Helena Silveira, o condomínio deposita o lixo em um pequeno container caçamba, situado em frente à sua casa e em pequenas caixas de papelão depositadas no chão ao lado do mesmo.
 
Moradora da rua há mais de três décadas, a administradora  lamenta que o local tenha se deteriorado. Ela reclama que o mau cheiro e a presença de animais peçonhentos e insetos é algo inusitado para o local e decorrente do novo empreendimento construído em frente à sua casa.
 
“O problema começou depois que construíram o condomínio. Não entendo como os moradores deixam o lixo assim exposto. As pessoas que moram lá são supostamente gente de cultura. Não estamos na periferia”, disse.
 
“Eles põem o lixo das 59 casas dentro de uma caçamba. Como ela é pequena, acondicionam o resto em caixas de papelão. O lixo fica espalhado no meio do asfalto e pela calçada e acumulado por dias. A Comurg vem e leva o que está na caçamba, mas não coleta o que fica no chão”, denuncia a moradora.
 
Ela diz que o caso é de saúde pública. Sua casa recebe a visita de moscas varejeiras, baratas e ratos. Até urubus sobrevoam o local. O lixo espalhado atrapalha o trânsito de veículos e o chorume impregna o local com um cheiro nauseabundo. “Isso aqui parece um chiqueiro. Com a chuva, as caixas de papelão entopem as bocas-de-lobo causando uma verdadeira anarquia”, disse.
 
De acordo com Lúcia Helena Silveira, há dois meses, o condomínio foi solicitado a rever a sua conduta sob ameaça que fez de ventilar o caso para a imprensa. Apesar de sinalização positiva do síndico, pouco foi feito. As mudanças se resumiram à limpeza da pequena caçamba.
 
Segundo Leandro Castro, administrador do condomínio há quatro anos, a coleta é feita regularmente pela Comurg e o container utilizado comporta todo o lixo produzido. Disse, ainda, que são três os containeres utilizados pelo condomínio, sendo um deles reservado exclusivamente para materiais recicláveis.
 
“Não tem lixo espalhado no chão. O pessoal da limpeza põe o lixo na caçamba e o caminhão da Comurg leva o material. Pode ser que o problema seja porque não houve coleta por dois dias e o lixo ficou acumulado”, comentou.
 
Leila Cordeiro de Brito, do serviço de atendimento ao cidadão da Comurg, disse que a coleta do lixo doméstico é feita normalmente na área, três vezes por semana. Às quintas-feiras, há coleta dos recicláveis. A companhia vai averiguar se o lixo está sendo coletado pelos seus servidores de forma correta. Leila disse ainda que o órgão vai enviar uma Nota de Serviço e um fiscal até o local para orientar o responsável pela administração do condomínio. Segundo ela, o condomínio deverá adquirir um container maior capaz de fazer face à demanda do lixo produzido.

Fonte: http://www.dm.com.br

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