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Mercado

Sinal analógico

No dia 31 ocorrerá o desligamento no Paraná

sexta-feira, 26 de janeiro de 2018

Falta uma semana para o sinal analógico de TV ser desligado. Saiba como adequar a antena do condomínio

Edifícios devem atualizar antenas para que os apartamentos recebam o sinal digital de TV. Confira como fazer a migração e quando ela é responsabilidade do condomínio

Na próxima quarta-feira (31), será realizado o primeiro desligamento do sinal analógico no Paraná, que irá englobar 27 cidades na região de Curitiba e Ponta Grossa.

Síndicos e administradores de edifícios que ainda não se adequaram ao sistema digital devem ficar atentos para que os condôminos possam continuar assistindo aos canais abertos.

Segundo Arthur Henrique de Pontes, advogado do Sindicato da Habitação e Condomínios do Paraná (Secovi-PR) – é obrigação da administração do condomínio fazer a adaptação da tecnologia caso a antena coletiva faça parte do projeto original do edifício.

Se a antena tiver sido instalada após a entrega do empreendimento ou se ele não contar com o dispositivo, os condôminos devem decidir em assembleia sobre a instalação do receptor de sinal.

Pontes afirma que o sindicato tem recebido muitas ligações de moradores de edifícios sobre a questão

. “São muitas dúvidas e as pessoas têm medo de perder o sinal”, conta.

Atualização

Hamilton Vianna, síndico do Edifício Quebec, no Alto da Glória, organizou a troca de antena coletiva do condomínio no último mês de setembro.

“Sabemos que no final de janeiro o sinal analógico vai parar e que só haverá o digital. Se fizéssemos a mudança muito perto [desta data] íamos acabar pagando mais caro. No prédio muitos moradores têm TV a cabo, e alguns usam o sinal aberto para complementar”, conta.

A instalação foi rápida. Em um dia, todos os apartamentos dos 19 andares do prédio já estavam recebendo o sinal digital.

“Trocamos a antena, fizemos uma reorganização das caixas de passagem da fiação, instalamos um amplificador e compramos um conversor digital para a portaria”, enumera o síndico, que acrescenta que o custo da atualização foi coberto pelo caixa do condomínio.

Assim como no Edifício Quebec, na maior parte dos prédios os apartamentos recebem as transmissões através de antenas coletivas.

O tipo de amplificador e o sinal de distribuição delas é diferente em relação aos das antenas convencionais, como conta Jeferton Carvalho, antenista da empresa Ômega Antenas. Segundo ele, no ano passado a procura pela troca de antenas coletivas pelas que contam com captura de sinal digital aumentou cerca de 20% na empresa em relação a 2016.

“Toda semana tem serviço em prédio”, diz Carvalho.

Instalação

Em prédios novos, construídos há até dez anos, as instalações costumam ser rápidas, em apenas um ou poucos dias. Já em edifícios antigos, a execução do serviço pode demorar de 15 dias a um mês. Tudo depende da infraestrutura, como lembra o antenista.

“Prédios antigos podem ter problemas na tubulação que façam com que a fiação não desça até a central”, explica Carvalho. Os edifícios mais novos já são preparados com uma parte interna para a passagem dos fios que irão chegar a cada apartamento.

Os valores para a troca da antena pela que recebe o sinal digital variam de acordo com o tipo da instalação.

Quando são os condôminos os responsáveis pela instalação, eles podem optar pela distribuição do sinal para todo o prédio ou pela instalação de pontos individuais de recepção, caso moradores já recebam o sinal de TV por assinatura e não tenham interesse no sinal digital da TV aberta.

De acordo com Carvalho, em um prédio de quatro andares com 16 apartamentos (com um ponto de recepção para cada um deles) o preço de instalação da antena e do amplificador gira em torno de R$900.

Para os casos em que nem todos os moradores desejem ter o ponto para a recepção do sinal digital, o preço da instalação é de cerca de R$ 500 (antena e amplificador) acrescido de R$ 120 por apartamento que receber o ponto individual.

Nos condomínios com mais de um bloco, o antenista recomenda a instalação de uma antena coletiva e um amplificador para cada um deles.

Mesmo com a troca da antena, os televisores devem ter conversor digital integrado para que possam receber o sinal digital. Caso a televisão seja de tubo, será necessário instalar um conversor externo. TVs de LCD, Plasma ou LED fabricadas antes de 2012 também têm chances de não receber o sinal digital.

Essa informação pode ser encontrada no manual do produto.

Desligamento do sinal analógico

Até o fim de 2018, a transmissão analógica será desligada em grande parte do Brasil.

O Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) determinou que o prazo final de desligamento em todo o país será 31 de dezembro de 2023. A transição está sendo feita de maneira gradual, com datas-limite para a mudança em cada região.

No Paraná, o primeiro desligamento acontecerá no dia 31 de janeiro de 2018 e irá englobar 27 cidades: Curitiba, Almirante Tamandaré, Araucária, Balsa Nova, Bocaiúva do Sul, Campina Grande do Sul, Campo Largo, Campo Magro, Carambeí, Colombo, Contenda, Fazenda Rio Grande, Guaratuba, Imbituva, Itaperuçu, Lapa, Mandirituba, Palmeira, Pinhais, Piraquara, Ponta Grossa, Quatro Barras, Rio Branco do Sul, São José dos Pinhais, Teixeira Soares, Tijucas do Sul e Tunas do Paraná.

A migração de sinal foi determinada pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e pelo Governo Federal. Quem não mora em prédios deve instalar uma antena externa UHF e, se necessário, o conversor digital.

Ao contrário da transmissão analógica, a digital não tem o conhecido chuvisco dos aparelhos antigos e fornece imagens e som com qualidade superior.

Fonte: http://www.gazetadopovo.com.br/

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