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Administração

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Acordos entre moradores e síndicos são a melhor maneira de acabar com a inadimplência

Publicado em: quarta-feira, 3 de abril de 2013

 A inadimplência sempre ocupou a primeira posição entre os maiores problemas na gestão de condomínios. Este ano, ela foi ultrapassada pelo conflito entre moradores, mas continua sendo a maior preocupação para os síndicos. Se administrar um edifício com as contas em dia é complicado, no vermelho, fica ainda pior.

 
Como lidar, então, com a falta de pagamento? De acordo com o vice-presidente do Sindicato da Habitação (Secovi Rio), Leonardo Schneider, a melhor opção é uma boa conversa entre o síndico e o morador inadimplente:
 
— O acordo com o morador em débito economiza tempo e dinheiro para todas as partes. Enquanto o morador consegue negociar melhor sua dívida, o síndico evita despesas extras com os custos de um processo judicial.
 
Para saber como os síndicos da cidade estavam enfrentando a questão, o Secovi lançou a enquete "Como seu condomínio lida com a inadimplência?", em seu site. O resultado da pesquisa serviu para reafirmar a posição do sindicato.
 
Dos moradores que responderam à enquete, 50% apontaram o uso da negociação como forma de combate à inadimplência. Em segundo lugar, com 27% dos votos, ficou a alternativa "o síndico prefere que a administradora resolva o problema".
 

Gestão de sucesso

 
Um bom exemplo de que a conversa pode ser o maior instrumento do gestor é o caso do condomínio Chateau de Biarritz, em Botafogo. Após dois anos como síndico, Fabrício Selano, de 41, viu uma disputa interna acabar com a estrutura financeira que criou durante sua administração. A solução encontrada não foi popular:
 
— Tivemos uma série de questões que me obrigaram a adiantar muitas obras. Tive que colocar cotas extras, e a inadimplência aumentou muito — lembra Selano.
 
Com uma dívida de R$ 19 mil, ele apelou para a consciência dos vizinhos. Em três meses, gastou R$ 320 com circulares mostrando a situação do condomínio e o balanço das contas. Em seis meses, o caixa tinha um saldo positivo de R$ 2.300.

Fonte: http://extra.globo.com

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