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Administração

Condomínio popular

Pagamento de taxa condominial gera revolta em Macapaba, AP

Publicado em: quinta-feira, 24 de março de 2016

Taxa de condomínio gera impasse entre moradores do Macapaba, no AP

Valor de R$ 25 para manutenção começou a ser cobrado em janeiro. Caixa diz que pagamento é obrigatório sob pena de inadimplência.
 
Moradores do conjunto habitacional Macapaba, na Zona Norte de Macapá, divergem sobre o pagamento da taxa de condomínio, que começou a ser cobrada desde janeiro de 2016. A Caixa Econômica Federal (CEF) informou que o morador é obrigado a quitar a taxa sob pena de inadimplência.
 
O conjunto Macapaba faz parte do programa Minha Casa Minha Vida e foi inaugurado em 2014 com pouco mais de duas mil unidades habitacionais divididas em sete quadras, com um síndico responsável por quadra.
 
De acordo com um dos síndicos, Emerson Pimentel, as pessoas mostram-se resistentes para quitar a taxa de condomínio. Na quadra dele, por exemplo, dos 256 apartamentos, apenas 53 fizeram o pagamento, feito através de boleio bancário.
 
O dinheiro vai para uma empresa terceirizada pela Caixa para vai fazer a manutenção do espaço.
 
"As pessoas não procuram ler o que assinam. No contrato estão as obrigações, entre elas a taxa de condomínio. Alguns moradores não estão querendo pagar, mas esse dinheiro é revertido para o bem da comunidade. Dos 256 apartamentos na minha quadra, nós tivemos 53 pagamentos. Só com isso, foi possível fazer a limpeza do esgoto, do gramado e a recuperação do centro comunitário", contou Pimentel, a favor da taxa.
 
Por outro lado, demais síndicos se posicionam contrários ao pagamento, como é o caso de Denis Carvalho, responsável pela quadra 2 do Macapaba.
 
"Os moradores não aderiram a essa taxa. Pensamos que ainda pode ser mais barata um pouco, de acordo com a quadra. Na minha, por exemplo, optamos em não querer os serviços, mesmo com a Caixa contratando uma empresa", opinou.
 
De acordo com a Caixa Econômica Federal, "o valor é obrigatório e pago mensalmente" pelos moradores. O preço da taxa teria sido estipulado conforme os custos de manutenção do espaço.
 
"Para o ano de 2016, ficou estipulado para o Macapaba a taxa mensal de R$ 25 e foi calculado com base no levantamento de custos necessários para todas as atividades de manutenção. Em caso de não pagamento, o morador fica inadimplente com o condomínio e sujeito à legislação vigente", explicou a assessoria do banco.
 
A taxa, segundo a Caixa, é utilizada para "para manutenção e pagamento de serviços púbicos como conta de energia das áreas comuns –  corredores, escadas e equipamentos de uso comum – limpeza, pintura, manutenção elétrica e hidráulica das áreas comuns".

Fonte: http://g1.globo.com/

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