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Administração

Desperdício de água

CDHU demora mais de seis meses para consertar cano estourado

Publicado em: segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Cansados de esperar solução, moradores consertam vazamento

Desperdício de água limpa acontece há mais de 6 meses em Mogi. Eles dizem que conta de água dobrou desde que o problema começou. Cansados de esperar uma solução para o vazamento de água limpa no Conjunto Residencial Seki, no bairro Bertioguinha, em Mogi das Cruzes, moradores resolveram consertar o problema com as próprias mãos. O desperdício existe, segundo eles, há seis meses e para tentar amenizá-lo eles abriram um buraco para tentar encontrar o vazamento.

Eles contam que fizeram um conserto provisório e, por cima, uma grade foi colocada para que ninguém caísse. O cano estourado está no meio da rampa de acesso à um dos blocos.

"Se a gente fosse esperar eles virem arrumar, ia vazar muita água, né? Estava muito forte o vazamento, então a gente não podia esperar dois, três meses para eles viesse arrumar isso daí", diz o morador do Conjunto, Ângelo Alexandre de Lima. Ele conta que além dos problemas estruturais, há também a preocupação com o meio ambiente. "O problema é a água que se perde também, devido a escassez que a gente está passando. Era uma água limpa, boa, e estava indo embora", diz

O problema, de acordo com os moradores, já existe há seis meses. A água desperdiçada corria pela rua e o vazamento vinha de uma rampa construída há um ano, em cima de uma área de erosão. De acordo com quem vive no Conjunto Habitacional, o piso continuou cedendo e eles acreditam que isso pode ter afetado a tubulação. Eles contam ainda que, até agora, pouco foi feito para resolver a situação. O segurança Sérgio Padro diz que o problema foi na obra.

"A obra foi feita pela CDHU e foi uma obra que foi feita sem se atentar aos detalhes, aí se perde a obra inteira aqui. Por causa de detalhes, como um cano que eles não fizeram um apoio, um suporte correto, uma erosão pode ceder e perder toda uma obra que pode ter custado muito dinheiro", argumenta.

Além disso, os moradores contam que o prejuízo é também financeiro para quem vive ali. A conta de água praticamente dobrou desde o início do vazamento e, para não subir mais, o aposentado Joel Roque da Silva ficou responsável por ligar e desligar o registro geral para encher a caixa d'água. "Tive que fechar, abrir todo dia. Só que o vazamento foi agravando e chegou ao ponto de nós abrirmos o registro e a água sair toda pelo vazamento, sem encher a caixa", diz.

O morador Sérgio diz que todas as reclamações que os moradores fizeram fora insuficientes.

"Foram feitas várias reclamações, foram feitas ligações. Nos disseram que por intermédio dessas reclamações via ligações é que eles iam tomar uma providência. Mas eles falaram que têm que ser muitas ligações e eu não entendo. Porque com uma só eles não podem vir avaliar? Porque que tem que ter muitas ligações? Se o problema é aqui é só vir uma pessoa e avaliar", questiona.

Em nota, a Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano do Estado de São Paulo (CDHU) informou que na manhã desta quinta-feira (6) foi feita uma avaliação no local do vazamento. Ainda segundo eles, a manutenção será feita e as grades de proteção serão reforçadas.

O Serviço Municipal de Águas e Esgoto (Semae) informou por meio de nota que o vazamento acontece na área interna do condomínio e, por isso, seu reparo é de responsabilidade dos moradores. Ainda de acrodo com a autarquia, uma equipe técnica esteve no local na terça-feira (4) e constatou que o vazamento ocorreu após a execução de um serviço interno feito pela empreiteira do próprio condomínio. O Semae informou também que a rede da rua foi inspecionada pelo Semae não há qualquer vazamento. Além disso, o fornecimento de água para o condomínio e as casas vizinhas é normal.

Fonte: http://g1.globo.com/

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