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Jurídico

Investigação em curso

Humilhação de porteira por promotora terá investigação civil e administrativa

Publicado em: quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Promotora que humilhou porteira é alvo de investigação criminal e admistrativa

MPE continua investigação sobre caso envolvendo promotora de Justiça
 
Na próxima segunda-feira (28), o caso que revoltou moradores de um condomínio da Capital e internautas completa 1 mês de investigação. Para entrar em um condomínio da Capital, uma promotora supostamente humilhou a agente da portaria, no dia 15 de agosto.
 
De acordo com a assessoria de imprensa do Ministério Público Estadual (MPE), além do procedimento administrativo aberto pela Corregedoria do órgão, uma investigação criminal também foi aberta na Procuradoria Geral de Justiça.
 
O processo corre com oitiva de testemunhas e até agora, segundo o MPE, a promotora não foi afastada ou sofreu algum tipo de penalização. Juliana Martins Zaupa atua nas promotorias de Interesses Difusos e Coletivos e Cível de Ivinhema, cidade distante 297 quilômetros da Capital.
 
Ainda conforme a assessoria de imprensa do MPE, não há prazo para a finalização das investigações.
 

O CASO

 
No depoimento prestado ao MPE pela vítima que atua desde 2012 como agente de portaria no condomínio, ela relata que a promotora chegou na portaria com o marido por volta das 18 horas do dia 15 de agosto.
 
Em cumprimento à norma do local, a trabalhadora pediu a carteira de habilitação aos dois, o homem disse que não estava com a carteira e esse foi o “gatilho” para explosão de raiva da promotora.
 
A mulher começou a humilhar a agente de portaria dizendo que “não sabiam com quem estavam mexendo” e uma série de xingamentos.
 
Assustada com a situação, a agente e outro colega de trabalho entraram em contato com a moradora do condomínio que o casal visitaria. A mulher pediu desculpas pelo transtorno e afirmou que atitudes parecidas da promotora já haviam sido registradas, inclusive na entrada de uma boate. O caso foi registrado na Promotoria de Justiça dos Direitos Humanos.

Fonte: http://www.correiodoestado.com.br

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