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Ambiente

Lixo e violência

Condomínio em Salvador sofre com terreno vizinho abandonado

Publicado em: segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

 Condomínio no Imbuí enfrenta problemas com lixo e violência

Henrique Mendes
 
Lixo e entulho acumulados em uma área residencial do bairro do Imbuí, em Salvador, têm provocado grandes desgastes entre os moradores da localidade e a prefeitura da capital. Enquanto os habitantes do condomínio Vilas do Imbuí, ao lado do Supermercado Extra (Paralela), garantem que há cerca de um  ano parte da localidade não passa por uma limpeza geral , a Empresa de Limpeza Urbana do Salvador (Limpurb) afirma que atividades de coleta da área são devidamente realizadas todas as terças, quintas e sábados à noite.
 
Contrapondo a informação fornecida pelo órgão de limpeza, por meio da sua assessoria de comunicação, a reportagem de A TARDE visitou o condomínio residencial, na tarde desta sexta-feira, 30, e constatou, além do acúmulo de lixo, outras degradações que potencializam a sensação de abandono da região. Além de entulhos, restos de móveis e animais em decomposição, os moradores do condomínio afirmam que obras recentes da Embasa, até hoje mal acabadas, agravaram os problemas vividos no condomínio.
 
Conforme o subsíndico do Vilas do Imbuí, Leydimar Damasceno, 44, a Embasa transportou para o local que já tinha lixo, há cerca de um ano, cerca de dez grandes tubulações que deveriam ser usadas na construção de uma linha de recalque de esgoto sanitário entre a Avenida Paralela e a Boca do Rio. Entretanto, até a manhã desta sexta, as tubulações permaneciam no lugar, abrigando usuários de drogas e servindo como esconderijo potencial de criminosos.
 
Por meio da sua assessoria de imprensa, a Embasa contou que a remoção das tubulações colocadas em parte de área do Condomínio Vilas do Imbuí estaria sob a responsabilidade do consórcio "MRM Passareli", empresa responsável pela execução da linha de recalque do Sistema de Esgotamento Sanitário, na Avenida Paralela,  com  90% dos trabalhos executados. Procurada pela reportagem, por meio do telefones disponibilizados no site da empresa, o consórcio "MRM Passareli" não foi encontrado para comentar sua responsabilidade no caso.
 
Entretanto, após conversar sobre o problema com a assessoria da Embasa, na manhã desta sexta, a reportagem foi surpreendida com técnicos da própria empresa retirando as tubulações do condomínio, ainda nesta tarde. Parte delas, inclusive, já haviam sido queimadas por moradores da comunidade do Bate-Facho, que moram atrás do condomínio, na última semana.
 
Sobre as montanhas de lixo que permanecem na região, a Limpurb responsabiliza os próprios moradores da região de despejarem o entulho (resto de construções, poda de árvores e outros materiais inservíveis) em local inadequado. Sob esse argumento, a Limpurb orienta os moradores a "obedecerem o dia e horário da coleta e a despejarem o lixo no contentor de 30m³, instalado no local".
 
Contrapondo a orientação da Limpurb, a pedagoga Vanessa dos Santos, 31, moradora de um dos 38 prédios localizados no condomínio Vilas do Imbuí, diz que a situação no local piora a cada ano.
 
"Agora pessoas de outras condomínios estão despejando o lixo aqui. Há realmente um container no local, só que a demanda de lixo é tão grande que nem dez equipamentos seriam suficientes. O espaço tem ratos e provoca um cheiro horrível. Nossas crianças brincam em uma quadra de esportes próxima a esse lixão ficando, portanto, expostas a essa imundície", desabafou Vanessa.
 
Segundo Leydimar, subsíndico do condomínio, os representantes da Limpurb que mantêm contato com os moradores dos prédios informam que uma limpeza do local só deve ser feita em 2012, já que com o final do governo João Henrique alguns contratos com empresas de limpeza teriam sido cancelados. Enquanto isso, conforme Leydimar, o condomínio permanece com a aparência abandonada, atraindo principalmente assaltantes de veículos.

Fonte: http://atarde.uol.com.br

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