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Plano diretor

Em Santo André, ficam permitidas edificações de até 30 andares

Publicado em: quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

 Plano Diretor permite prédios de até 30 andares

Fábio Martins
 
Após um ano e um mês de tramitação na Câmara, os vereadores de Santo André aprovaram ontem em segunda votação a revisão do Plano Diretor, projeto do Executivo que delimita diretrizes de políticas de desenvolvimento urbano, prevendo restrições à verticalização, principalmente em torno de parques, praças e vilas históricas. Fica estabelecida a permissão de construção de prédios de até 30 andares. No texto anterior, era possível o máximo de 21 pavimentos.
 
Imóveis com mais de dois andares só poderão ser construídos em raio superior a 40 metros de distância dessas áreas, dando padrão ao plano de gabaritos. A medida, para o secretário de Habitação e Desenvolvimento Urbano, Frederico Muraro Filho, visa manter a paisagem da cidade. Segundo ele, o acordo para a votação não desvirtuou a matéria - 25 emendas entraram no projeto.
 
"Ficaram nove das 100 anteriores, protocoladas hoje (ontem). Depois incorporaram outras. Foi analisada a capacidade viária de cada localização, estudo de impacto e infraestrutura para realizar essa ordenação urbanística."
 
Devido a algumas regiões estarem completamente edificadas, segundo Muraro, não se consegue aprovar empreendimento. Ele cita que para a implantação de prédio na Avenida Pereira Barreto, está sendo estudada a transposição do viário. "Tudo está sendo avaliado dentro da capacidade de suporte, que discutimos exaustivamente durante audiência durante o ano. Nada foi goela abaixo."
 
Para a aprovação do Plano Diretor, houve muita discussão. Mais de quatro horas de debate a portas fechadas entre secretários e vereadores foram necessárias para passar o projeto em definitivo. O PT pretendia não votar o plano de gabaritos ontem. "Queríamos que fosse remetido à Lei de Uso e Ocupação de Solo, que deve entrar em fevereiro. Precisava amadurecer, aprofundar discussão", alegou o vereador Claudio Malatesta (PT). "Há muita interferência externa, atingindo interesses comerciais. A votação vai se dar com diversas dúvidas."
 

Fonte: http://www.dgabc.com.br

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