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Manutenção

Problemas construtivos

Condomínio em Rio Claro tem azulejos e pisos soltos

quinta-feira, 16 de agosto de 2018

Apartamentos com pisos e azulejos soltos geram queixas de moradores em Rio Claro

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Construtora informou que disponibilizou equipe técnica para fazer a avaliação e manutenção e ressaltou que não há problema de estrutura no condomínio Parque das Nações.

Pisos e azulejos soltos são alguns dos problemas que moradores de Rio Claro (SP) relatam ter nos apartamentos novos do condomínio Parque das Nações. Alguns proprietários chegaram a mudar do local.

A construtora responsável, a Direcional Engenharia, informou que já disponibilizou uma equipe técnica para fazer a avaliação e manutenção e ressaltou que não há problema de estrutura no condomínio.

A empresa disse ainda que todos os apartamentos que tiverem problemas vão ter as cerâmicas trocadas, mas não deu prazo para realizar o serviço.

Pessoas que compraram apartamento no Parque das Nações enfrentam problemas de estrutura

Transtornos

No apartamento da filha da auxiliar de limpeza Fabiana Fernandes dos Santos os azulejos estão caindo, por isso ninguém mora mais no local.

"Ela precisou sair, voltar a morar com a minha mãe até que resolvam vir arrumar, o que não tem data prevista", disse.

"Se a gente põe a mão para resolver o problema, perdemos a tal de garantia que dizem que a gente tem. Então ficamos sem saber o que fazer, estamos aguardando", completou.

O mesmo problema ocorre em outros apartamentos. Quando recebeu as chaves no começo do ano, a operadora de montagem Michele Cristine Ribeiro dos Santos ficou empolgada, mas depois passou a viver um pesadelo.

Segundo ela, o piso começou a soltar na sala e no quarto, problema que aumenta a cada dia. A situação também é precária no banheiro e na cozinha. Em uma das paredes, uma enorme rachadura compromete os azulejos.

Michele também teve que voltar a morar com a mãe por causa das condições.

"Como tempos uma criança, optamos por sair porque vai que acontece alguma coisa".

Ela procurou a Direcional Engenharia, que construiu o condomínio, disse que foi aberta uma ordem de serviço em abril, mas até agora nada foi feito. "Não me dão nenhuma posição. Isso é um descaso. Ficamos revoltados porque estamos pagando", disse.

A auxiliar de limpeza Milene dos Santos está de mãos atadas, disse que só continua morando no local porque não tem para onde ir. "Quando chove, fica aquela umidade no quarto e no banheiro", relatou.

Os moradores tentam encontrar uma solução, mas está difícil. "Estamos procurando saber da construtora o que ela pode fazer", disse Rone Clebson de Souza, presidente do conselho do condomínio.

 

Fonte: g1.globo.com

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