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Convivência

Problemas no condomínio

Cinco principais fontes de dor de cabeça e como resolvê-las

Publicado em: segunda-feira, 17 de abril de 2017

Cinco piores problemas com vizinhos no condomínio: como resolver

1. Animais

Nossos companheiros favoritos podem causar muito desconforto por causa de latidos, cheiro ou fezes deixadas em lugares inadequados. O presidente da Associação de Síndicos de Condomínios Comerciais e Residenciais do Estado de São Paulo, Marcio Rachkorsky, aponta que o regulamento interno tem de ser detalhado no quesito animais, envolvendo desde os locais aos quais eles podem ter acesso, se devem usar coleira ou focinheira e se devem transitar no colo do dono.

Em casos extremos, quando o cão é frequentemente deixado sozinho e late em horários impróprios, a última medida, depois de acionar os procedimentos de quebra de normas, é ir à Justiça. Para isso, pode-se contar com um abaixo-assinado dos incomodados com o barulho e apresentar provas, que podem causar a expulsão do animal do prédio.

Cabe a cada dono educar e se responsabilizar pelo seu pet, tendo em mente que sua atitude afeta a comunidade. Se você não suporta animais de nenhuma forma, busque morar em um condomínio onde eles não são permitidos e você nunca terá problemas com vizinhos.

2. Crianças

Perceba os horários em que a criançada desce para o playground e se organize de acordo com isso. Talvez tirar um cochilo na hora do almoço seja mais tranquilo do que esperar até o fim da tarde, quando elas voltam da escola. Rachkorsky ressalta a importância das áreas de lazer específicas no prédio, já que o barulho faz parte do comportamento das crianças em parquinhos.

3. Garagem

Como muitos prédios fazem sorteios de vagas em datas específicas e estabelecem velocidades máximas para a circulação na garagem, ficar de olho nos avisos de divulgação do condomínio é o ideal para evitar desconforto entre os vizinhos.

“Cabe ao síndico disseminar o máximo de informações possíveis sobre as normas gerais de comportamento”, aponta Rachkorsky. “O morador deve conhecê-las para evitar conflitos”, completa.

Carros maiores que as vagas ou estacionados além da faixa e uso da vaga como depósito são problemas comuns relacionados a garagem. Converse com seu vizinho e, se não surtir efeito, é possível registrar uma queixa para que o síndico analise o caso e possivelmente dê uma advertência para o infrator, que deve agir de acordo com as normas do prédio.

4. Vazamentos

Verifique se o problema é realmente do vizinho ou da estrutura do prédio. Se for o segundo caso, a responsabilidade é do condomínio e não do morador. Acione o síndico e reporte o problema. Se o síndico for comprovadamente omisso, o Código Civil prevê que o morador pode resolver o vazamento por conta própria e depois cobrar do condomínio.

Quando o problema é dentro do imóvel do vizinho, o jeito é conversar. Às vezes, o morador não percebeu que o cano está furado. Avisá-lo civilizadamente é o primeiro passo e, se isso não funcionar , formalize um comunicado impresso estipulando um prazo. Se este não for respeitado, é possível usar a notificação como um comprovante para levar o caso à Justiça, que prevê indenização ao vizinho prejudicado.

5. Festas

Seja por fumaça de cigarro, barulho de música ou lixo extremo, festas sempre dão o que falar para quem não faz parte dela. Apesar da dor de cabeça, Rachkorsky defende:

“Evite ao máximo uma ação judicial. É péssimo, porque lota o poder judiciário com problemas pequenos que vão demorar muito para ser resolvidos e, no fim, não muda nada”.

O ideal nesse caso é conhecer ao máximo o regulamento interno do condomínio e a lei da vizinhança, que muitas vezes restringe o limite máximo de decibéis e determina períodos para o silêncio, punindo quem desrespeita essas normas. Sabendo que regras estão sendo desrespeitadas, é mais fácil cobrar por sua obediência.

Fonte: http://revistacasaejardim.globo.com/

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