O seu navegador é muito antigo :-(

Dica: Troque gratuitamente para um navegador mais atual para ter uma melhor experiência no SíndicoNet ;-)

Escolha um navegador ×
Convivência

Racismo em condomínio

Juiz tem julgamento adiado por ter xingado porteiro, no MT

Publicado em: terça-feira, 21 de março de 2017

Adiado julgamento de juiz acusado de racismo contra porteiro

Magistrado disse que foi espancado por dois delegados de polícia interferiram na discussão

O Pleno do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJ-MT) adiou o julgamento de sindicância contra o juiz Alexandre Delicato Pampado acusado de praticar racismo contra o zelador Haino Fábio Siqueira Pinheiro no dia 31 de maio de 2014 em um condomínio de Cuiabá.

O julgamento foi adiado porque o desembargador Rubens de Oliveira pediu vistas ao processo cuja relatora é a desembargadora Maria Erothides Baranjak.

Alexandre Pampado teria se referido ao funcionário do condomínio como ‘zelador de merda e perguntado: "Como uma pessoa da sua cor consegue resolver as coisas?".

Isto teria ocorrido quando o magistrado foi impedido pelo porteiro entrar no condomínio Bonavita, ainda em construção. 

Dois delegados de polícia, Daniel Rozão Vendramel e Gustavo Garcia Francisco, interviram na discussão e imobilizaram Pampado, porém no processo o magistrado diz que foi espancado.

O juiz ainda foi acusado de oferecer dinheiro ao porteiro para que ele não procurasse a polícia.

Acompanhado de Daniel Vendramel, Haino Pinheiro procurou a polícia dois dias depois para registrar um boletim de ocorrência.

Juiz "levou uma coça"

Em seu voto, o desembargador Orlando Perri disse que não viu provas concretas de que o juiz Pampado, que na época era de Campo Novo do Parecis, de ter praticado injúria racial contra o porteiro.

Perri ainda acusou os delegados de terem montado uma farsa ao ‘produzirem um boletim de ocorrência com informações inverídicas’. 

Por outro lado, Perri entendeu que, a partir do depoimentos de testemunhas, que os delegados deram ‘uma coça’ no magistrado e não feito uma abordagem técnica (gravata) como alegaram.

O desembargador observou que Haino Pinheiro, em seu segundo depoimento, negou veementemente que tenha sido insultado, que já teria conversado com o magistrado e ambos pedido desculpas uma para o outro. “Nós ficamos com os ânimos alterados, apenas isso”, seriam palavras do porteiro nos autos.

Fonte: http://circuitomt.com.br

Aviso importante:

O conteúdo exibido nesta seção é gratuito, e apresenta caráter meramente informativo. O Portal SíndicoNet não se responsabiliza pelo conteúdo, nem pelas decisões baseadas nas opiniões e recomendações contidas nesta seção. Assim, o Portal SíndicoNet se exime de qualquer responsabilidade pelos eventuais danos ou prejuízos, de qualquer natureza, que possam decorrer da utilização deste conteúdo, por qualquer meio ou processo, e para quaisquer fins. Em caso de dúvidas, é indispensável a consulta a um advogado ou especialista.
Para saber mais, acesse nosso Regulamento de Uso.

Depoimentos

próximo
Receba nossos Boletins

Mantenha-se Informado com as últimas notícias da área em seu email:

{{errorMessage}}

Assinatura efetuada com sucesso!

carregando...