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Manutenção

Sem estrutura

Condomínio com três anos no interior paulista lida com o descaso

Publicado em: terça-feira, 1 de abril de 2014

Moradores temem rachaduras em prédios de residencial de Araraquara

Eles também reclamam sofre a falta de segurança e o excesso de lixo. Secretaria de Habitação informou fez laudo sobre intervenções necessárias.
 
Rachaduras, infiltrações, lixo e falta de segurança. Esses são alguns dos problemas relatados pelos moradores do Residencial dos Oitis, em Araraquara (SP), que inconformados com o descaso. Em janeiro deste ano, a Prefeitura prometeu melhorias na estrutura dos prédios, mas nada foi feito, dizem os moradores. Secretaria de Habitação informou fez um laudo técnico sobre as intervenções necessárias.
 
Os problemas enfrentados por eles são antigos. No início de 2013, eles já levaram à Prefeitura e à PM as reclamações de insegurança e abandono. Os blocos estavam sem luz, sem extintores e os botijões de gás precisavam ficar do lado de dentro dos apartamentos, para não serem furtados.
 
O residencial foi inaugurado em novembro de 2011, com o programa Minha Casa Minha Vida. Cerca de 1,8 mil pessoas moram nos 256 apartamentos que apresentam problemas estruturais.
 
Logo na entrada são visíveis as trincas. Com as paredes quebradas, é possível ver os encanamentos que ficam a exposição. Para evitar que a caixa de energia caísse, um morador reforçou a parede com chapas de aço. O medo de todos é que as rachaduras afetem as estruturas do prédio.
 
Problemas
 
O porteiro Osmar Pimentel mora com a família e sete filhos no local e reclama das infiltrações. “A água estava correndo por cima do fio, há o risco de levar um choque. A gente tanta conservar o possível, mas não adianta. Arruma uma coisa aqui, quebra outra ali”, relatou.
 
No apartamento da dona de casa Maria Pires também há infiltrações e o teto do banheiro desabou. “É um problema atrás do outro. Falta respeito com as pessoas quem moram aqui. Falta uma pessoa que venha e ajeite as coisas”, reclamou.
 
No prédio havia um vazamento que ninguém encontrava. A dona de casa Rosana dos Reis da Silva só descobriu que o problema estava no apartamento dela quando chegou a conta de água no valor de R$ 2.358,32. Sem dinheiro para pagar, Rosana, que esta grávida e cuida sozinha dos dois filhos, teve que emprestar água dos vizinhos. “Não sei como vai ficar”, disse.
 
Melhorias
O Departamento Autônomo de Água e Esgotos (Daae) informou que não houve corte de água nos últimos 15 dias no residencial. Sobre o caso de Rosana, a autarquia informou que a dona de casa foi orientada a fazer o conserto do vazamento e só depois o caso será analisado.
 
Um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) assinado com o Ministério Público definiu que a Prefeitura faça a coleta de lixo do local três vezes por semana. A Assistência Social fez um levantamento das famílias que moram no residencial e os apartamentos invadidos serão desocupados. Já a Secretaria de Habitação fez um laudo técnico sobre as intervenções necessárias na estrutura dos prédios.
 
A Caixa Econômica Federal informou que a ocupação irregular no condomínio está sendo resolvida. Quanto aos problemas estruturais, reforçou que todos os pedidos foram atendidos.
Em relação à segurança, a Polícia Militar informou que intensificou as rondas no local e que estuda a criação de uma Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) no residencial para tentar diminuir a criminalidade.

Fonte: http://g1.globo.com/

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