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Administração

Uso da garagem

Condomínio sente dificuldade para retomar uso correto do espaço

quinta-feira, 31 de outubro de 2013
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Uso da garagem

Condomínio da Zona Norte de SP precisa readequar o uso da garagem

Espaço é usado para estender roupas e para crianças brincarem. Número de vagas também é insuficiente para todos os moradores.
 
O Condomínio Atlântica, na Zona Norte de São Paulo, enfrenta sérios problemas sobre o uso inadequado e falta de vagas na garagem para todos os condôminos. Mas um dos principais problemas que preocupa a síndica Marli Ribeiro da Silva é a falta de respeito às normas, como mostrou reportagem do SPTV desta terça-feira (22).
 
Se você tem algum caso para contar ou alguma pergunta para fazer sobre vida em condomínio, envie para nós. Você pode falar dos problemas com vizinhos ou mostrar alguma solução criativa que seu prédio encontrou para melhorar a vida das pessoas.
 
Um dos assuntos polêmicos para os moradores é a garagem. Antes de ser garagem o espaço era um terreno em que as crianças brincavam e mesmo depois que virou garagem, as crianças não deixaram de brincar no local.  Por isso alguns moradores resolveram fechar a garagem para proteger os veículos. 
 
“Por conta das crianças no pátio, eles não tinham uma área de lazer, eles brincavam muito no pátio, jogavam bola, riscava muito os carros. Conversei com a síndica e ela permitiu que eu fechasse, troquei de garagem para fechar junto com meu filho que também tem carro e assim nós fizemos, não acho isso bonito não, mas foi o único jeito que eu achei para sanar o problema da época”, conta o auxiliar de enfermagem Zenite Bruno.
 
“Tem que entender que tudo tem regras normas e disciplina, eles têm direitos, mas têm deveres e obrigações assim como eu”, argumenta a síndica Marli.
 
A auxiliar de enfermagem Zenite é uma das moradoras que está do lado da Marli e acha que é preciso fazer cumprir as regras no condomínio. “Se for padronizar eu estou inteira a disposição para fazer o que é certo. Com certeza, não vejo a hora de isso aqui ficar bonito, a gente quer de todo jeito que melhore isso aqui, fique aparência decente”, fala Zenite.
O número de vagas na garagem também não é suficiente para todos os moradores.
 
“Na época foi meu irmão não tinha dinheiro para fazer, eu era menor na época, meu irmão não tinha dinheiro e ele falou para esperar; foi a votação e falou vamos fazer essas que dá e foi feito; achei que muito errado”, conta  a moradora Jaqueline Martins.
 
Já sobre a questão sobre lavar os carros no pátio, os moradores alegam que nunca foram comunicados sobre a proibição. “Sete anos que estou aqui nunca falaram nada para mim. Se ela falasse: ‘não pode lavar carro’, eu respeitava a ordem dela, mas nunca falou nada”, fala o morador Veroílson dos Santos.
 
Outro problema é que muitos moradores estendem roupas em varais improvisados na garagem. Ele contam que têm pouco espaço nos apartamentos.
 
Para tentar resolver a questão, uma das arquitetas de garagens mais conhecidas do país, Fadva Ghobar, foi ao Condomínio Atlântica, para avaliar como aproveitar melhor o espaço.
 
“O meu desafio não é só criar mais vagas, é mais amplo, é que haja qualidade e relação entre espaço, desejo e qualidade seja viável. Estender roupa inaceitável, me perdoem; a gente tem que ser contundente na análise e tentar ser mais contundente possível”, diz Fadva.
 
Ela também opina sobre a questão da garagem fechada. “Pressupõe uma propriedade daquele espaço que não existe é muito raro em qualquer padrão de condomínio de garagem, existir a propriedade do espaço; em alguns casos até existem para pensar no fechamento, discutir”, explica.
 
Para o colunista do SPTV, Márcio Rachkorsky, o problema no condomínio é antigo e precisa da colaboração de todos para uma solução.“Tem três coisas importantes: primeiro, isso não era para ter acontecido, mas aconteceu faz tempo. Alguém foi lá fechou e colocou grade e ninguém pediu para tirar e aí a pessoa se sente do tal do direito adquirido. Problema de condomínio é que alguém faz alguma coisa errada e o síndico não toma providência e para um próximo síndico tomar providência é muito difícil, porque a pessoa acha que já tem direito adquirido”, explica Rachkorsky.

Fonte: http://g1.globo.com/

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