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Mercado

Verticalização no interior

Rio Preto (SP) aumenta 7 vezes o número de prédios em 20 anos

Publicado em: terça-feira, 17 de abril de 2012

 Número de condomínios cresce 7 vezes em 20 anos

A quantidade de condomínios horizontais em Rio Preto saltou de quatro, em 1990, para 29, em 2010

Neste sábado (14) foi o lançamento do condomínio Setparque. Com 896 lotes, a ideia é torná-lo um bairro planejado dentro da zona norte. Ainda neste mês,  será lançado o Parque Vila Nobre, na estrada vicinal de Schmitt. Na primeira etapa, a empresa vai colocar à venda 477 lotes. Há menos de um mês, saiu o Buona Vita, que fica na rodovia Washington Luís, próximo ao Villa Conte, com 682 lotes. Só com esses três empreendimentos são 2.055 terrenos que atendem públicos das classes A a D.

 
Todos são condomínios ou loteamentos horizontais. Uma tendência que só cresce em Rio Preto – de quatro em 1990 haviam saltado para 29 em 2010,  um aumento de 625% no período. Os dados são da Secretaria Municipal de Planejamento.
 
“Surgiram com os Damhas, Recanto Real e Débora Cristina. Mais recentemente, os loteamentos lançados atendem a todas as faixas econômicas”, diz o secretário de Planejamento, Milton Assis.
 
Tramitam hoje na prefeitura, 34 pedidos de novos empreendimentos, sendo três condomínios horizontais (com casas prontas), quatro loteamentos fechados para construção, dez loteamentos abertos e 14 conjuntos de predinhos. “Como uma tendência mais recente, de três anos para cá, com o crescimento da classe C, o mercado imobiliário tem trabalhado também na oferta de lotes populares, que são abertos, mas de boa qualidade, localizados principalmente na região norte”, diz Milton.
 

Lar doce lar

 
O vigilante Devair Ferreira Dutra, de 38 anos, e a mulher dele, Ivana, foram sexta-feira ao Setparque saber mais informações sobre o empreendimento. “Queremos comprar um terreno para construir a nossa casa”, disse Devair. O casal mora em um imóvel alugado no Aroeira 1.
 
“A proposta é boa. São 12 anos para pagar e tem lotes a partir de R$ 399. Vamos voltar amanhã [anteontem] para comprar.” 
 

Encol

 
“Rio Preto vai ter um ótimo ano em comparação com outras cidades do estado. Estão em andamento, 34 novos empreendimentos, que vão colocar cerca de 5 mil lotes à venda e outros 4 mil apartamentos”, diz Joaquim Ribeiro, diretor regional do Secove (Sindicato da Habitação).
 
Segundo ele, a “preferência” por condomínios horizontais se deu por causa da falência da Encol, em 1999. 
 
A empresa, que chegou a ser uma das maiores construtoras do país, deixou 700 edifícios inacabados. “Depois que a Encol quebrou e os créditos ficaram escassos em Rio Preto as incorporadoras se voltaram mais para condomínios horizontais destinados à classe A Com isso, não corriam risco no investimento”, diz.
 
Loteamento na zona sul inclui áreas de lazer
O Parque Vila Nobre, localizado na zona sul de Rio Preto, prevê um investimento  de R$ 20 milhões. O local terá  quadra de areia, praça para jogos, playground  e equipamentos de ginástica.  
 
R$ 102
mil é o preço inicial dos lotes do Buona Vita, que têm 405 m. Terá parque aquático, quadras de esportes, fitness,  clube, espaço gourmet, playground e salão de festas.
 
Investimento na zona norte é de R$ 30 mi
Com infraestrutura completa, o Setparque reservou uma avenida principal do loteamento para a instalação de comércio e 20,3 mil m² de área de lazer com pista de caminhada, playground e equipamentos de ginástica.
 
Construtoras retomam investimento em edifícios residenciais
Segundo o diretor regional do Secovi, Joaquim Ribeiro, o cenário de “preferência” pelos condomínios horizontais tem mudado. E o setor imobiliário está investindo pesado em edifícios residenciais e comerciais. “A Rossi lançou 240 apartamentos atrás da Unip e vendeu quase todos no mesmo dia”, diz Joaquim.
 
Nos últimos oito meses, a Hugo Engenharia investiu R$ 100 milhões em VGV (Valor Geral de Venda) em dois edifícios residenciais e em um comercial. No total, são 332 apartamentos. As 122 salas comerciais, de alto padrão, serão lançadas no final do mês.
 
Ainda neste ano, a empresa pretende colocar mais R$ 120 milhões em VGV no mercado de Rio Preto, com outros dois edifícios residenciais e um comercial. “O setor está superaquecido e temos um belo horizonte pela frente”, diz o diretor de incorporação, Hilton Hugo da Silva Fabbri.
 
Segundo o secretário de Planejamento de Rio Preto, Milton Assis, também há lançamentos para as classes C e D. “São conjuntos de edifícios de três a sete pavimentos  espalhados em vários pontos da cidade, e que ocupam duas, três ou mais quadras, inseridos em locais com boa localização, infraestrutura, equipamentos públicos e outras benfeitorias”, diz o secretário.

 

Fonte: http://www.redebomdia.com.br

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