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Convivência

Vida em condomínio

Divirta-se com alguns 'causos' enviados por leitores do SíndicoNet

Publicado em: quinta-feira, 26 de novembro de 2015

Viver em condomínio não é para todos. Requer paciência, respeito, cuidado com o próximo. Saber ouvir e se posicionar, ter apreço a valores democráticos, conhecer as regras e viver feliz com elas.

Dentro desse caldeirão de cultura que são os condomínios brasileiros, histórias de todos os tipos acontecem: de má gestão à ternura, dos fatos mais engraçados aos mais urgentes - e, de vez em quando, todos esses misturados.

Para homenagear o dia do síndico, que ocorre em 30 de novembro, essa semana disponibilizamos um material diferente e com a cara de quem usa o portal.

Por isso, pedimos aos leitores do SíndicoNet que nos enviassem histórias divertidas, ou que valessem ser lembradas. Veja abaixo uma seleção do que foi enviado à nossa redação:

 

Medo de elevador

"Seria cômico se não fosse trágico.  Aconteceu às 23h, eu já estava dormindo, e só para explicar: eu não era nem sou o síndico. Mas o que se ouvia era o meu nome ao berros.

Isso porque uma senhora ficou presa no elevador e entrou em pânico - ela era claustrofóbica, e a única pessoa que ela se lembrou foi, "para minha alegria", eu mesmo.

Nesse mesmo instante uma vizinha de porta também tocava a minha campainha e dizia a "Dona fulana está presa no elevador e quer que chame você". Então, mesmo não sendo o síndico, zelador ou bombeiro troquei o pijama e desci, sem camisa mesmo!

Ficamos eu e uns três na porta do elevador: zelador, vizinha, e o filho da dona que estava presa. Devido ao grande desespero ajudei a arrombar a porta junto com o filho e todos que diziam que ela iria morrer se não fosse retirada de lá!

Ela saiu inteira de dentro do elevador e todos os outros voltaram para o seu apartamento. Não sei porque, tive a preocupação de aguardar a chegada dos bombeiros. Fiquei sozinho.

Os bombeiros então chegaram, e viram que não tinha ninguém no elevador, então olharam pra mim e falaram: "algum engraçadinho chamou os bombeiros" (a coisa começou ficar esquisita para o meu lado).

Tentei explicar e contei que já havíamos retirado uma senhora do elevador, o que piorou tudo!

Os bombeiros deram a explicação que todos já sabemos: não se pode tentar retirar ninguém de elevadores. Resumindo perdi um bom sono e ainda quase fui preso!"

História de Eduardo Saggese Fonseca, do Rio de Janeiro

Dica SíndicoNet

 

Porteiro dorminhoco

"Eu sou síndica profissional e o fato ocorreu em um dos condomínios que administro.

Certa madrugada um morador que havia encomendado uma pizza contou que quando o entregador chegou em frente a guarita, buzinou várias vezes e chamou pelo porteiro.

 
Como não foi atendido após esperar vários minutos, ligou para o morador e o mesmo foi ver o que estava ocorrendo.
 
Ao chegar, viu que o porteiro estava deitado, dormindo, e até com cobertor por cima.
 
O morador deu uma cutucada no porteiro e disse que o entregador de pizza havia chegado. Ao que ele respondeu: - Mas eu não encomendei nenhuma pizza. Será que estou sonhando?
 
Claro que na hora foi motivo de piada, mas depois o porteiro foi demitido.
 
Dormir em serviço não dá certo."

Jussara Alves Chiaparini, do Rio Grande do Sul

Dica SíndicoNet

 

Camisinha viajante

"Eu morava  um condomínio que tinha um casal que quando fazia sexo, jogava os preservativos na área comum do prédio. 

No dia seguinte, o pessoal da limpeza tinha que limpar e jogar no lixo, e ficavam chateados com aquela situação. 

Mas ninguém sabia quem era. Isso aconteceu por diversas vezes.

Um dia, após fazerem sexo, jogaram novamente o preservativo pela janela e caiu na janela do vizinho do oitavo andar. Como o prédio tinha 10 andares e caiu na janela do oitavo, e o nono andar estava desocupado, foi descoberta a unidade que procedia daquela forma.

O vizinho do oitavo andar ficou indignado com a situação, inclusive porque o assunto já havia sido discutido em assembleia.

Ele, então, pegou uma luva descartável e um envelope, escreveu o destinatário como morador do décimo andar, e colocou preservativo no envelope, e colocou no escaninho da unidade.

Depois disso, nunca mais jogaram preservativo pela janela."

O autor preferiu o anonimato. A história veio do Rio de Janeiro

Dica SíndicoNet

 

Avô adotivo

"Felipe é um garoto de aproximadamente 06 anos que mora no 5º andar do Residencial Atlântico, onde resido há 04 anos.

Como toda criança nessa idade, é inquieta, tem energia para ninguém botar defeito. É gordinho e fica corado em qualquer esforço que faz. 

É consciente de suas travessuras. Certo dia, fui ao seu apartamento falar com seu genitor a respeito de um trabalho. 

A secretária ao abrir a porta, vejo Felipe à mesa da sala fazendo seus deveres escolares. Ele foi logo me indagando: - Eu fiz alguma coisa errada! - Não Felipe, você é uma pessoa bondosa. Por que faria coisa errada? – Respondi.

Dias depois, Mauro, seu pai, me contou que em conversa com Felipe, ele perguntou:

- Pai, por que eu não tenho avô? - Porque eles faleceram. - Eu posso escolher uma pessoa para ser meu avô?

Sem dar o sim ou o não, Mauro indagou: E quem é que você quer escolher para seu avô?

- O senhor que foi síndico, tem os cabelos brancos, mora em cima do nosso apartamento. - Foi você que ele escolheu, disse-me Mauro, rindo. Prepare-se que ele vai lhe procurar.

Fiquei por alguns segundos surpreso, seguido de uma alegria imensa em saber que uma criança me tinha tamanha consideração. Concordei em ser seu avô, se o mesmo estudasse e tirasse boas notas, fosse bem comportado e me desse a bênção quando me encontrasse.                       

Hoje sou avô adotivo."

História de José Marinaldo Lula leite, de João Pessoa
 

 

Valentia prendeu o ladrão

"Amigos, nossa cidade é calma perto de cidades de outros estados deste grande país.

O que vou lhes contar parece uma piada, porém aconteceu anos atrás.

Certa madrugada, eram 3 horas da madrugada e já estava deitado. Porém, tenho o sono muito leve. Ouvi passos na brita existente no pátio da garagem e achei isto muito estranho, pois todos os carros já estavam estacionados.

Levantei-me e fui verificar. Foi quando vi um vulto na garagem.

Claro que o susto foi grande, pois meu apartamento fica no 3º andar. Ao ver o sujeito pedi a minha esposa que ligasse para a polícia.

Então, peguei o telefone sem fio, aquele tipo que tinha antena apontei e gritei para o sujeito: "Deita que passo fogo!!".

Parecia um desenho animado: ele não sabia para onde correr, ele dizia: "tio, não atira"!! E eu respondia: "deita senão passo fogo!".

Ele, num desespero só, pulou para cima de um tanque, do tanque para o telhado, e um muro de 3 metros...

Foi um riso só. Logo depois a polícia chegou e pegaram o sujeito que já estava a arrombar uma loja próxima. Noite agitada, depois ainda tive que reconhecer o sujeito na delegacia, pois o mesmo tinha feito um estrago tremendo nos carros... "

Aloisio Diogo da Luz Silva, de Brusque (SC)

Dica SíndicoNet

 

Vôlei animado

"No início do condomínio, não tinhamos uma quadra a exemplo do que temos hoje. Então, para jogarmos volei, utilizávamos um espaço de terra nos fundos do condomínio.
 
Rede improvisada, uniformes doados e lá vamos nós.
 
Mistura total de idades, homens, mulheres, meninos e meninas.
 
Ponto pra lá, ponto pra cá. De repente fui tentar pegar uma bola quase que impossível juntamente com minha colega de "time".Pronto dá-lhe encontrão. 
 
Minha vizinha mais do que depressa pegou algo no chão e colocou na boca. 
 
Como a bola já não importava mais (ponto pro adversário), perguntei à vizinha o que tinha acontecido.
 
Ela deu um sorriso cheio de terra e grama e então percebi que a dentadura dela tinha "voado" na hora do encontrão.
 
Meu Deus, nunca vi tanta grama numa boca só. 
 
Conclusão: jogo paralisado pra todo mundo poder gargalhar muito. Passaram-se anos, mas até hoje, quando recordamos desta cena, voltamos a gargalhar demais."
 
História de Rosely Nogueira, de São Paulo

 

Nós do SíndicoNet, e nossos leitores, agradecemos muito pelos "causos" enviados!

Eles com certeza mostram um pouco da diversão que é morar em condomínio!

Se você também tem um causo interessante, divertido ou inusitado, conte-nos aqui!

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