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Mercado

Domicílios do Brasil

Secovi Rio lança estudo sobre como os brasileiros vivem

Publicado em: sexta-feira, 13 de março de 2015

Estudo do Secovi Rio traça retrato dos domicílios brasileiros

 
O Brasil é um dos países com mais baixa proporção de imóveis alugados (17%) em relação ao total de residências. Na Alemanha, esse índice chega a 57%, na Holanda a 47%, na França e no Japão a 37%, em Portugal a 35%, nos Estados Unidos a 32%, no Reino Unido a 29% e na Itália a 25%. Com proporção inferior a do Brasil estão Grécia (16%) e Espanha (15%).
 
Os dados são de um estudo do Secovi Rio, sindicato que reúne empresas administradoras de imóveis e condomínios. São Paulo é o estado brasileiro com maior proporção de imóveis alugados (21%), e o menor é o Maranhão (9%).
 
O estudo revela algumas estatísticas curiosas: 88,6% das residências no país são casas (a proporção mais alta é no Norte, com 94,8%, e a mais baixa, no Sudeste, com 84,8%). Cerca de 86% dos domicílios brasileiros estão em áreas urbanas. Distrito Federal, Rio de Janeiro e São Paulo chegam a ter mais de 96% das residências em áreas urbanas, enquanto os estados do Nordeste, juntos, têm aproximadamente 50% do total dos domicílios localizados em zonas rurais.
 
Quase metade dos brasileiros vive em residências com dois quartos. As bem amplas, com seis ou mais quartos, estão em São Paulo (7.213), seguido por Minas Gerais (7.207) e Ceará (4.694). Nada menos que 367 mil domicílios não se enquadram como alugados, próprios ou cedidos; são considerados invasões.
 
O Brasil tem 180 mil condomínios residenciais e comerciais, mais da metade deles localizada na Região Sudeste. Nos últimos sete anos, esse número cresceu 23%. Tais condomínios empregam meio milhão de pessoas e pagam R$ 19,5 bilhões em salários e encargos trabalhistas por ano. Aproximadamente 95 mil empresas se dedicam ao mercado imobiliário.
 
O Secovi Rio estima em 5,7 milhões de imóveis o déficit habitacional no Brasil. Programas como o Minha Casa Minha Vida contribuem para a redução desse déficit, mas, na avaliação do presidente do sindicato, Pedro José Wähmann, a solução depende de uma combinação de financiamentos para a casa própria com outros voltados para o arrendamento e o aluguel.

Fonte: http://www.secovirio.com.br/

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