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Prédio desabou há quatro anos e condôminos seguem desalojados

Publicado em: quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Moradores de prédios que desabaram em BH esperam solução há 4 anos

Em janeiro de 2012, edifícios no Buritis e no Caiçara vieram abaixo.Pessoas seguem em casas de parentes ou de aluguel.
 
Moradores de dois prédios que desabaram em Belo Horizonte esperam uma solução há quatro anos. Com os desmoronamentos ocorridos em janeiro de 2012, dez famílias ficaram sem casa.
 
Na madrugada do dia 2 de janeiro de 2012, o prédio em que Helvécio José Tibães morava, na Rua Passa Quatro, no bairro Caiçara, na Região Noroeste da cidade, desabou. Onze pessoas foram resgatadas antes de a estrutura ir abaixo e uma pessoa morrer.
 
“Acaba trazendo a nossa lembrança, do desabamento, do nosso vizinho que faleceu”, disse o ex-morador.
 
De acordo com o advogado dos moradores do prédio, Adriano Cardoso, desde o desabamento todos estão pagando aluguel do próprio bolso ou morando de favor.  
 
“Está em fase de provas, foi feita uma perícia aqui no local, mostrou que foi omissão do poder público de BH e recai sobre a Copasa [Companhia de Saneamento de Minas Gerais]”, disse Cardoso.
 
No dia 10 de janeiro de 2012, um prédio na Rua Laura Soares Carneiro, no bairro Buritis, na Região Oeste, também caiu. De acordo com os moradores, desde a década de 1990, rachaduras começaram a aparecer na estrutura do edifício Vale dos Buritis. Em 2011, o local foi interditado pela Defesa Civil juntamente com uma construção vizinha. A Justiça chegou a determinar a demolição dos prédios, mas o desabamento aconteceu antes. O outro prédio foi demolido.
 
A construtora responsável pelo Vale dos Buritis vem pagando o aluguel de moradores depois de uma decisão da Justiça. Uma audiência para tratar do caso está marcada para maio deste ano. “O que a gente espera dessa audiência é que cada um tenha sua casa de volta, o seu lar de volta. (...) E a indenização desse transtorno que eles tiveram”, disse a advogada dos moradores, Karen Castro.   
 
“A gente vem através de perícia técnica, oportunamente com depoimento de testemunhas, comprovar que tudo o que aconteceu aqui dependeu de fatores externos e não de problema na concepção do edifício”, disse o advogado da construtora, Eduardo Cordeiro.
 
A Prefeitura de Belo Horizonte informou que não comenta casos que estejam em andamento na Justiça. Sobre o bairro Caiçara, a Copasa disse que ainda não foi notificada pela Justiça.

Fonte: http://g1.globo.com/

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