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Administração

Prédio interditado

Moradores se revezam para evitar saques e invasão, em Juiz de Fora

Publicado em: sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

Moradores fazem vigia após interdição de prédio em Juiz de Fora

Preocupação é de que haja invasões ou saques no edifício.O imóvel foi interditado depois de apresentar rachaduras.
 
Os moradores que foram retirados do prédio interditado no Bairro Jardim dos Alfineiros, na região Norte de Juiz de Fora, no último domingo (31), estão vigiando os apartamentos 24 horas por dia. A preocupação deles é de que tenha invasões ou saques no edifício, que fica na Rua Custódio Resende de Bastos. De acordo com o Corpo de Bombeiros, as rachaduras aumentaram desde domingo.
 
O prédio tem seis andares e foi interditado após os moradores pedirem ajuda ao Corpo de Bombeiros devido ao aumento das trincas no imóvel. A área está isolada e ninguém pode entrar.
 
O comerciante Enaldo Nunes disse que os moradores estão fazendo revezamento para monitorar o edifício. O gerente de vendas, Ângelo da Cruz, é vizinho do prédio e a casa dele também foi interditada. Ele morava com a esposa e três filhos.
 
"Estou desde domingo dormindo no carro vigiando meus pertences. Minha família está na casa da minha mãe", relatou.
 
Os moradores estão aguardando uma resposta da construtora desde domingo. A empresa ficou de ir ao local nesta terça-feira (2), mas não apareceu, conforme contou a dona de casa, Nice Valverde.
 
"Eles falaram que iam vir avaliar o prédio. Nós ficamos esperando e não tivemos nenhuma resposta. O carnaval está chegando e caso isso não seja resolvido antes, vamos ter que passar o feriado todo aqui na rua", lembrou.
 
A construtora ainda não falou com os moradores, mas já se reuniu com a Defesa Civil, segundo o coordenador do órgão Márcio Deotti.
 
"Nessa terça-feira, nós intimamos a construtora a apresentar uma solução em no máximo 48 horas. Esse prazo vence hoje. Enquanto isso, estamos monitorando a situação das perdas e a evolução do quadro das rachaduras", disse.
 
Em relação às trincas, o sargento do Corpo de Bombeiros, Leslie Menon, explicou que a evolução é pequena, mas tem acontecido. Ainda de acordo com ele, os militares dos Bombeiros permanecem no local com rondas constantes.

Fonte: http://g1.globo.com/

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