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Manutenção

Risco de desabamento

Prédio de quatro andares foi interditado no Espírito Santo

Publicado em: terça-feira, 23 de agosto de 2016

Prédio com risco de desabamento é interditado na Serra, ES

Edifício faz parte do condomínio Atlântico I, em Colina de Laranjeiras. Defesa Civil encontrou falhas na estrutura do prédio.

Um edifício foi interditado pela Defesa Civil Estadual no dia 11 de agosto por risco de desabamento, em Colina de Laranjeiras, na Serra.

A construção faz parte do condomínio Atlântico I. Ela foi entregue em 2014 pela Caixa Econômica Federal através do Programa de Arrendamento Residencial (PAR) e tem quatro andares e 16 apartamentos.

A Defesa Civil fez uma vistoria no início do mês e encontrou uma série de falhas na estrutura, como rachaduras na fundação, vigas de sustentação escoradas em pilhas de blocos de cimento e sinais de "leve inclinação" no edifício.

A inspeção foi solicitada pelo Ministério Público Federal (MPF), que recebeu denúncia de dois representantes dos moradores, segundo o gerente de operações da Defesa Civil Estadual, Roney Gomes Nascimento.

"Havia sinais de maquiagem. Taparam uma trinca. Além das rachaduras, observamos um sinal de leve pendência no prédio. O edifício precisa de reparos, que devem ser feitos com os apartamentos vazios.", conta o engenheiro Roney Gomes.

Além do prédio interditado, de nome Robalo, o condomínio Atlântico I conta com outros cinco prédios, também com quatro pavimentos cada, que não foram vistoriados. A solicitação do MPF era apenas para o Robalo.

Moradores

Antes mesmo da vistoria, dez famílias já tinham deixado o prédio, com medo de desabamento.

"Dez apartamentos já estavam vazios quando fizemos a inspeção, no dia primeiro de agosto. Moradores relataram que as famílias saíram do prédio com receio de que algo pior acontecesse", relata o gerente de operações.

De acordo com o engenheiro, não há previsão de quando os moradores poderão retornar aos apartamentos. O retorno depende de uma nova vistoria, que só será realizada após serem feitas as obras de reparos.

Um relatório, com a lista de reparos necessários, foi enviado à Caixa Econômica Federal, que executa o Programa de Arrendamento Residencial (PAR).

Caixa

A Caixa informou, por meio de nota, que apenas 8 unidades do Atlântico são financiadas pelo programa. As outras unidades do bloco interditado já estão liquidadas ou em nome de seus proprietários.

O banco afirmou que participou da reunião do condomínio e que tomará as medidas necessárias para auxiliar os moradores destas unidades com financiamento pelo PAR.

Programa

O Programa de Arrendamento Residencial (PAR) antecedeu ao "Minha Casa Minha Vida". Ele foi criado para ajudar municípios e estados a atenderem à necessidade de moradia da população que recebe até R$ 1.800,00 e que vive em centros urbanos. 

O PAR funciona em duas fases. A primeira é a compra do terreno e contratação de uma empresa privada do ramo de construção, responsável por fazer as habitações.

Assim que os imóveis ficam prontos, tem início a seleção das famílias a serem beneficiadas.

A prefeitura indica os candidatos ao arrendamento, mas é a Caixa quem seleciona e também escolhe uma empresa administradora para cuidar dos contratos com os arrendatários.

Os selecionados pagam uma taxa mensal inferior ao aluguel cobrado na região e, ao final de 15 anos, têm a opção de comprar os imóveis.

Fonte: http://g1.globo.com/

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