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Administração

Tarifa de água

Condomínios em Fortaleza sofrem com sobretaxa por falta de economia

Publicado em: sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

Taxa extra de água chega a dobrar conta em condomínios

Situação é mais complicada para apartamentos que não têm medição individual e rateiam a fatura
 
A tarifa da conta de água foi recebida com surpresa por quem não reduziu o consumo no último mês, o primeiro desde a implementação da taxa de contingência pela Companhia de Água e Esgoto do Ceará (Cagece). Desde o dia 19 de dezembro, quem não reduzir em pelo menos 10% o consumo médio de água utilizada entre setembro de 2013 e outubro de 2014, pagará uma multa de 120% sobre o valor não economizado.
 
A situação é ainda mais complicada para moradores de condomínios que não têm medição individualizada e rateiam igualmente a tarifa entre todos, independentemente do consumo de cada um. Houve casos de edifícios em que o valor da conta de água mais que dobrou - a tarifa costumava ser de R$ 3 mil a R$ 4 mil e, em janeiro deste ano, pulou para R$ 9 mil, onerando ainda mais os condôminos.

Previsão foi feita

"É uma pancada", avaliou o diretor geral do Grupo Vertical, Marcelino Leite. Ele ponderou que, com o aviso antecipado da implementação da taxa, foi possível realizar uma previsão orçamentária e campanhas de conscientização dos moradores para promover o uso consciente da água foram promovidos.
 
Além disso, com a captação das chuvas de janeiro, pode-se economizar ainda mais a água vinda da rede de abastecimento da Cagece. "Não fomos pegos de surpresa", disse.
 
De acordo com Marcus Melo, diretor geral da Metas Serviços, cerca de 80% dos 125 condomínios administrados pela empresa cumpriram a meta e não precisaram pagar a taxa extra cobrada pela Cagece. Mesmo assim, a administradora aguarda mais um mês da aplicação da tarifa para constatar a redução do consumo dos moradores.
 
"Caso não haja essa conscientização, será necessário convocar uma assembleia para tratar de um possível ajuste", pontuou.

Cálculo

As administradoras também têm questionado o cálculo realizado pela Cagece para determinar a meta de consumo. Segundo o gerente administrativo da Viper Condomínios, Wlairton Santos, muitas vezes a média utilizada como referência para a companhia tem sido menor do que a realidade.
 
"Em muitos casos estamos conseguindo rever essas contas, mas é preciso entrar com recurso", pontuou.
Segundo a Cagece, cada caso é avaliado pontualmente em qualquer loja de atendimento da companhia. Para contestar a meta de consumo estabelecida, o cliente deverá ir à loja e apresentar, além de documentos pessoais, comprovação do motivo da reclamação. Por exemplo, contrato de compra e venda ou escritura para imóveis adquiridos recentemente; contrato de aluguel para inquilinos que mudaram de residência, etc.
 
No caso de imóveis construídos recentemente, a Cagece leva em consideração a média de consumo dos últimos três meses para estabelecer a meta. Se o imóvel não possuir, no mínimo, três meses de construído, a meta de contingência é baseada no padrão e categoria de cada imóvel. Para simular o quanto o cliente deverá pagar caso ultrapasse a meta, um aplicativo está disponível no www.Cagece.Com.Br.

Racionamento

 
Apesar do aumento, os representantes das administradoras lembram que o Ceará enfrenta o quinto ano seguido de estiagem, sendo fundamental reduzir o consumo de água.
 
"É uma medida necessária. A população tem que levar um 'choque' para ver que ou se conscientiza e reduz o consumo, ou vai ter que arcar com taxas extras", apontou Marcelino Leite.

Mais informações:

 
O cliente pode tirar dúvidas sobre o consumo de água na Central de Atendimento da Cagece, no número: 0800 275 0195

Fonte: http://diariodonordeste.verdesmares.com.br/

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