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Administração

Administração condominial

Em São Paulo, síndicos fazem cursos para melhorar sua gestão

Publicado em: quarta-feira, 2 de maio de 2012

 Síndicos fazem curso para aprender a administrar condomínio em SP

Prefeitura fez convênio com sindicato para os moradores poderem participar.Síndico responde pelas regras que legislam a vida em condomínio.
 
Um síndico, além de administrar o dinheiro do condomínio, ainda precisa resolver brigas entre vizinhos e seguir as leis previstas na legislação. Para encarar estas tarefas e não errar muitas vezes, é preciso orientação. Moradores de prédios da Cohab, em São Paulo, participam de um curso que ensina a lidar com todos os problemas de um condomínio.
 
O curso é montado pelo Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Residenciais e Comerciais de São Paulo (Secovi/SP). A Prefeitura da capital fez um convênio com a entidade para os moradores poderem participar.
 
Em um conjunto habitacional de São Miguel Paulista, na Zona Leste de São Paulo, são 84 prédios e 7 mil moradores, e a quantidade de confusões espanta os candidatos a síndico. “Não querem pegar, mas querem cobrar. A gente ajuda, daí some todo mundo e fica tudo para mim”, diz a síndica, Neuza da Silva Marcondes Rodrigues.
 
É tão difícil administrar tudo que os síndicos decidiram fazer um curso. Por seis sábados seguidos, eles se reuniram e aprenderam que o mais importante é ter jogo de cintura. Fátima Araújo é síndica de um dos prédios há dez anos, e conta que já perdeu a paciência várias vezes. Depois do curso, aprendeu a ser mais calma.
 
“Como disse lá, tem que conversar duas, três vezes, até chegar naquilo em que a pessoa concordar comigo. Hoje não sou mais estourada”, diz.
 
No prédio de Josefa Gildeno da Conceição Silva, o motivo da briga é o barulho. É só um morador ligar o som um pouco mais alto, que outro já bate na porta dela para reclamar. No curso, ela aprendeu a lidar com a situação. Primeiro, conversa. Depois, se a pessoa não parar, tem advertência e até multa, instituída pelos moradores no valor de R$ 50.
 
A questão está na legislação específica dos condomínios: nenhum morador pode atrapalhar o sossego dos outros. Estas regras também fazem parte das aulas. “O síndico responde por aquilo que está na legislação. Se ele não tiver conhecimento em relação a isto, ele responde até com o patrimônio dele. Então, é fundamental que tenha conhecimento”, afirma Jurandir Baena Garcia, diretor do Secovi.
 
A síndica Vânia Isabel Ferreira Lobo agora sabe tudo isso, e diz que a convivência dos moradores melhorou muito depois do curso.
 
“Melhorou as regras, o regulamento interno. A gente procura cada vez mais puxar para melhorar, mostrar para o morador que ali é nosso, lutar pelo que é da gente”, diz.
 

Fonte: http://g1.globo.com

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