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Administração

Despesas condominiais

Por que os gastos aumentam no fim do ano?

domingo, 31 de dezembro de 2017

Por que as despesas do condomínio aumentam em dezembro?

Quem mora em condomínio deve ficar atento e preparar o bolso para as despesas mais pesadas e sazonais de fim de ano.

Entre os gastos previstos estão o pagamento do 13º salário dos empregados, decoração para o Natal e o ano-novo, e a reparação das instalações do prédio para enfrentar o período de chuvas que se inicia nesta época do ano.

Se o síndico ou a administradora não fez a previsão mensal ao longo de 2017, esses gastos deverão ser repassados agora, na fatura de janeiro, para os moradores. A cobrança poderá vir em forma de rateio, divisão entre os condôminos.

A cobrança poderá vir em forma de rateio, divisão entre os condôminos.

E o aumento das despesas tende a continuar no começo de 2018, nos locais em que há reajustes de categorias relacionadas ao setor. Esse aumento não será o único a ser bancado pelos condôminos nos primeiros meses do ano.

O custo da maioria dos contratos de serviços de manutenção, como de bombas, portões, antenas e elevadores e os custos de energia e gás, sobe no início do ano. E para muitos sindicatos da habitação, a data-base acontece em maio de cada ano.

Em função desse calendário, janeiro pode ser oportuno para negociar as taxas de condomínio em atraso. Os síndicos não devem perder a oportunidade para promover acordos. Se for preciso, devem realizar plantões à noite e no fim de semana.

A possibilidade de quitação total do débito e prazos maiores para parcelamento são condições atraentes para os condôminos. Os moradores também devem aproveitar o dinheiro extra do 13ª para quitar o débito de uma vez ou parcelar a dívida.

Todo o esforço é válido para ambas as partes. Desde o ano passado, com o novo Código Civil, as dívidas de condomínio passaram a ser consideradas como títulos executivos, quer dizer, a partir do primeiro mês de atraso, existe a possibilidade de o síndico executar a dívida.

Isso significa que poderá negativar o nome do devedor, com sua inscrição nos cadastros de inadimplentes.

Mais grave, é que se a questão não for resolvida, a administração poderá mover uma ação de cobrança e o imóvel poderá ser penhorado e levado a leilão. Com os recursos obtidos, serão quitados os débitos em atraso.

Tudo isso para dizer que em espaço de poucos meses quem estiver inadimplente poderá perder o imóvel.

Se for quitar a dívida, o morador não deve contar com um desconto no total do débito, pois o síndico não tem essa autonomia, mas somente o parcelamento da dívida.

O quanto antes isso for feito, menor o risco de perder o imóvel.

TAXA

O consultor jurídico da Associação Brasileira dos Mutuários da Habitação, João Paulo Sardinha, explica que condomínio significa propriedade comum, um conjunto de direitos e obrigações vinculados à propriedade exclusiva de uma ou mais unidades – apartamentos, casas, lojas, salas, lotes, entre outros –, em um mesmo prédio ou terreno, em copropriedade com outras pessoas.

Para a manutenção do espaço, é estipulada uma taxa de condomínio, que se destina, entre outros, à limpeza e pagamento de funcionários.

Desta forma, a falta de pagamento da mensalidade pode gerar desequilíbrios no orçamento do condomínio.

De janeiro a novembro deste ano, foram protocoladas 12 231 ações de cobrança de condomínio, aumento de 169% na comparação com o mesmo período do ano anterior, com 4.547 casos.

Isso é o que mostra o levantamento do Departamento de Economia e Estatística do Secovi-SP (Sindicato da Habitação), feito no Tribunal de Justiça do Estado São Paulo, ao longo deste ano.

Nos últimos 12 meses, de dezembro de 2016 a novembro de 2017, foram 12.795 ações, com um crescimento de 148,5% na comparação com o período anterior (dezembro de 2015 a novembro de 2016), quando houve o registro de 5.149 ações.

 

Fonte: http://liberal.com.br

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