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Segurança

Furto de bicicletas

Moradores de condomínios em Vitória sofrem com essa prática

Publicado em: sexta-feira, 10 de junho de 2016

Criminosos fingem ser moradores para furtar bicicletas de prédios

Casos de furtos em bicicletários também são comuns na Grande Vitória.Polícia Civil disse que é importante registrar BO em todos os casos.

Criminosos têm usado diversas estratégias para conseguir furtar bicicletas na Grande Vitória. Em alguns casos, a audácia é tão grande que ele se passam por moradores de prédio e condomínios para conseguir levar o que querem. No bicicletário de uma rua comercial, 15 bicicletas protegidas com cadeados foram furtadas nos últimos dois meses. A Polícia Civil frisou que é importante registrar o boletim de ocorrência em todos os casos.

Nos prédios e condomínios, os criminosos agem geralmente assim: eles esperam um morador entrar ou sair do prédio para poder adentrarem no local. Dentro, fingem que são moradores ou visitantes e pegam a bicicleta. Isso vem acontecendo, inclusive, em prédios com porteiros.

Em locais com câmeras de segurança, esses furtos normalmente são filmados, o que facilita o trabalho da polícia na hora de deter suspeitos.

Uma das gravações divulgadas pela polícia mostra um homem de blusa branca observando um prédio por algum tempo, mas desiste de tentar entrar e sai. Quando passa por um outro prédio, observa moradores saindo, e aproveita a oportunidade para entrar. No vídeo é possível ver que ele não é impedido em nenhum momento, vai até a garagem e sai levando uma bicicleta.

Outro vídeo mostra um homem também entrando em um prédio aproveitando a entrada de moradores. Ele vai direto para a garagem, mas encontra o bicicletário trancado. Sem desistir, ele vai para a recepção, senta, espera, conversa com uma mulher, inventa uma desculpa e consegue a chave com o porteiro. Vai até o bicicletário e furta uma bicicleta.

Os dois casos ocorreram em edifícios na Praia do Canto, em Vitória. Segundo a Polícia Civil, o suspeito é o mesmo homem, que mudou apenas o corte de cabelo entre um crime e outro.

"Obviamente, nós o identificamos pelo modus operandi, ou seja, o modo de andar, de agir, o tênis que calçava. Então percebemos que se tratava da mesma pessoa. Ele atua de maneira dissimulada, sempre bem vestido, e consegue entrar nos condomínios de vacilos, de algumas oportunidades", explicou a delegada Cláudia Dematté.

A delegada ainda explicou que os porteiros devem desconfiar sempre.

"É muito importante que os porteiros só deixem as pessoas entrarem após identificação. Se for caso de visita, que se verifique com o morador se essa pessoa está indo para o referido apartamento. E se ela tiver entrando junto com outro morador, não é indelicadeza perguntar à pessoa 'você está com o morador?', para se certificar", disse.

Além de crimes em edifícios e condomínios, a polícia informou que são comuns os furtos nas ruas. Na Praia de Itaparica, em Vila Velha, 15 veículos foram levados de um bicicletário que fica na Avenida João Mendes, nos últimos dois meses. Em um mesmo dia ocorreram dois furtos, em menos de duas horas.

"A facilidade que eles tem para roubar é absurda. Eles chegam e em questão de cinco segundos já estão levando a bike. Estamos fazendo um ofício, junto com outros comerciantes da região, e vamos entregar à 3ª Companhia [da Polícia Militar] para pedir um suporte da polícia, que sempre nos apoiou, e ver se eles conseguem atender nossa solicitação", disse Wagner Dassie, coordenador de uma academia que ficam em frente ao bicicletário.

Receptação de material roubado

A delegada Cláudia Dematté informou que assim como é possível descobrir os criminosos que furtam, os receptadores também podem ser descobertos.

"Isso é um alerta que damos, quem furta a bicicleta, vai responder pelo crime de furto, e se tem o furto, é porque tem gente para comprar aquele produto. Então quem adquirir um produto que é fruto de um furto responde pelo crime de receptação, que tem o crime equivalente ao do furto, de até quatro anos", falou.

Se o receptador for um comerciante que está encomendando essas bicicletas furtadas, vai responder pelo crime de receptação qualificada, que tem uma pena de até oito anos. "A pessoa tem que comprar um produto de procedência e se certificar de que não é um produto de crime", disse a delegada.

Fonte: http://g1.globo.com/

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