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Inadimplência

Inadimplência em SP

Nível de devedores cai pelo terceiro mês consecutivo

segunda-feira, 22 de outubro de 2018

Inadimplência em condomínios de São Paulo cai pelo terceiro mês consecutivo

Medido pela AABIC, índice IPEMIC não mostrava três quedas seguidas ante período equivalente do ano anterior desde julho de 2009

Condomínios de São Paulo encerraram o mês de agosto com a terceira queda seguida no índice de inadimplência no comparativo com o mesmo período no ano anterior, o que não acontecia desde julho de 2009.

O Índice Periódico de Mora e Inadimplência Condominial (IPEMIC) registrou 3,03% de taxa de inadimplência, ante 3,43% em período equivalente de 2017 e 3,27% em comparação com mês anterior. Os dados, que envolvem uma amostra de 2.474 condomínios da capital, são da Associação das Administradoras de Bens Imóveis e Condomínios de São Paulo (AABIC), a maior entidade representativa do segmento no Estado.

A AABIC considera devedor inadimplente para cálculo do IPEMIC os proprietários e inquilinos que atrasam o pagamento da cota condominial por 90 dias após a data do vencimento. O IPEMIC ainda revelou que o índice de mora, que mede os valores emitidos e não pagos dentro do próprio mês de vencimento, também fechou em queda pelo terceiro mês consecutivo.

O índice atingiu 6,48% em agosto de 2018, menor percentual desde junho de 2016. Em agosto do ano passado o índice marcava 6,89%.

No acumulado do ano, o índice de inadimplência já registra queda de 18,3%. Para o índice de mora o declínio é ainda mais acentuado, chegando a 23,5%.

Segundo o presidente da AABIC, José Roberto Graiche Júnior, a forte tendência de queda não necessariamente indica uma melhora na situação econômica do País, mas sinaliza que os brasileiros estão conseguindo se adaptar a uma nova realidade. Além de ajustar o orçamento doméstico, alguns moradores renegociaram contratos ou migraram para regiões onde o metro quadrado é mais barato.

“Quando houve uma livre iniciativa sem interferência externa o mercado se auto regulou para controlar a crise”, explica Graiche Júnior.

Ações na Justiça

O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) registrou em setembro 1.019 ações por falta de pagamento de aluguel, queda de 9% em paralelo com setembro de 2017. Na comparação com agosto de 2018, quando o TJ recebeu 1.284 ações, a queda foi de 21%. O acumulado dos nove primeiros meses dos anos também evidencia queda de 14% em 2018 ante 2017.

As ações por falta de pagamento de condomínio também caíram no Tribunal de Justiça. Foram 743 ações de cobrança em setembro de 2018, ante 969 ações em setembro de 2017, representando queda de 23%. Na comparação com o mês anterior, agosto de 2018, quando o TJ recebeu 1.093 ações, a queda foi de 32%.

 

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