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Segurança

Sem sossego

Moradores de condomínios da Barra da Tijuca (RJ) pedem mais policiamento

Publicado em: quinta-feira, 8 de maio de 2014

Tranquilidade na Barra da Tijuca ficou para trás

Condomínio está cheio de cartazes pedindo policiamento, após onda de assaltos
 
A falta de segurança passou a ser uma das principais queixas de conhecidas “ilhas de tranquilidade” do Rio. É o caso do Condomínio Parque das Rosas, localizado num dos endereços mais nobres da Barra da Tijuca, onde um apartamento de dois quartos chega a custar mais de R$ 1 milhão.
 
Assustados com os frequentes casos de assaltos no entorno dos 16 prédios do conjunto habitacional de luxo, com 15 mil moradores em 3.695 apartamentos, a população decidiu protestar de maneira diferente: pendurou banners padronizados nas grades dos imóveis com as inscrições “Segurança/Polícia Já!”.
 
A ideia surgiu depois de uma passeata exigindo mais policiamento há duas semanas. De acordo com o relato de vítimas, diariamente duplas em motos praticam assaltos a mão armada, sequestros-relâmpago, saidinhas de banco, roubos e furtos em geral. Só no sábado passado, cinco moradores foram atacados por bandidos entre as ruas Jornalista Ricardo Marinho e Avenida Marechal Henrique Lott. 
 
A empresária L., de 60 anos, foi uma das vítimas. “Bastou eu tirar o celular da bolsa e dois bandidos numa moto me renderam e levaram o aparelho”, lamentou. Seu vizinho, o administrador de empresas C., de 45 anos, disse que ficou sem um cordão de ouro e a carteira que estava com documentos importantes e R$ 700. “Foi arrastão. Isso tem se tornado frequente. O medo passou a tirar nosso sossego diariamente”, disse. 
 
Em nota, a Polícia Militar respondeu apenas que “segundo o comando do 31º BPM (Recreio), o policiamento está baseado em vários pontos, sempre com o objetivo de reduzir delitos.” No mês passado, o batalhão havia informado que instituiria rondas com policiais em motos e reforçaria a revista em veículos, mas, segundo moradores, isso ainda não foi feito.
 
Meta é mais 200 policiais no 31º BPM 
 
Segundo o presidente da associação de moradores Amarosas e diretor do Conselho de Segurança local, Cléo Pagliosa, a passeata foi para exigir mais 200 PMs para o 31º BPM (Recreio), que tem atualmente 369 policiais. Eles são responsáveis por uma área de 174 quilômetros quadrados, que engloba, além da Barra, Recreio e Itanhangá, Joá, Camorim, Vargem Grande e Pequena, Barra de Guaratiba e Grumari. 
 
“São apenas 75 homens por dia para uma região que tem 500 mil habitantes. Ou seja, isso representa um policial par cada 6,6 mil cidadãos”, justificou Pagliosa. Durante a manifestação, o governador Luiz Fernando Pezão teria ligado para lideranças do movimento e prometido audiência para tratar do assunto nos próximos dias.
 
Aumento da criminalidade e dos gastos 
 
O medo dos moradores se traduz em números. De acordo com o Instituto de Segurança Pública (ISP), a quantidade de roubos a transeuntes foi a que mais cresceu nas estatísticas, passando, de janeiro a dezembro do ano passado, em relação ao mesmo período em 2012, de 914 para 1.262 ocorrências (38% a mais). O roubo de celular mais que dobrou: 92 casos contra 228. Roubos e furtos de carros, por sua vez, pularam de 1.173 para 1.485.
 
“Enquanto a solução do problema não vem por meio do estado, amargamos gastos a mais tentando nos proteger. Aqui (no Edifício Rosa Viva) temos 32 câmeras. Vamos dobrar a quantidade, reforçando principalmente a parte externa”, disse Arlindo de Oliveira, síndico do imóvel.

Fonte: http://odia.ig.com.br/

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